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Tarde demais para o perdão dele

Capítulo 2 

Palavras: 811    |    Lançado em: 23/09/2025

ista: Auro

ão

final. Todos na família Martins esperavam que eu doasse

am que eu só

ava sozinha há cinco anos, desde que salvei secretamente a vida do nosso pai,

não. Era uma decepção profunda, o olhar de um ho

a família foi mu

o, geralmente composto, estava contorcido de fúria. "Anabela salvou a vida do seu pai! Ela deu

do dela, com uma expressão sombria. O rim que pulsava dentro dele, aquele que eu

vida de qualquer calor. "Se você não vai fazer par

xpulsa.

do meu prédio vazio. O frio da noite havia se infiltrado e

o. Não havia mais promessas, nem mais declarações de

a doença degenerativa que vinha devastando silenciosamente meu corpo estava

inha voz tão vazia quan

o uma onda de alívio avassalador tomou conta

as promessas quebradas flutuar até o chão. "Vamos", ele disse, me puxan

Anabela como sentinelas. Quando me viram, seus rosto

enfiando uma prancheta em minhas mãos. Seus dedos tremia

alavra. Só então a tensão em s

desconhecido. "Fazendo a coisa certa. Não se preocupe, sua mãe e eu já falamos com os advogados. Anabela

u disse baixinho. "

a ridícula. Que bobagem é

ra outro hospital, outra cirurgia. O dia em que Anabela drogou meu café da manhã, me fazendo dormir demais e perder o transplante agendado para nosso pai. Ela

ela havia reservado para mim, a narrativa já estava escrita em pedra. Eu era

era distorcido como uma manobra para chamar a atenção. Cada conquista era minimizada. Tornei-me um fanta

iciando seus cabelos. Meu pai, segurando sua mão. Arthur, meu Arthu

ara um fim. Eles não me viam. Eles só viam o órgão que eu car

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Tarde demais para o perdão dele
Tarde demais para o perdão dele
“O homem que eu amava, o homem com quem eu ia me casar, me pediu para salvar a vida da minha irmã gêmea. Ele não olhou para mim enquanto explicava que os rins de Anabela estavam parando de funcionar completamente. Então, ele empurrou os papéis de anulação do noivado pela mesa. Não era apenas o meu rim que eles queriam. Era o meu noivo também. Ele me disse que o último desejo de Anabela era se casar com ele, mesmo que por um único dia. A reação da minha família foi brutal. "Depois de tudo que fizemos por você?", minha mãe berrou. "Anabela salvou a vida do seu pai! Ela deu um pedaço de si mesma! E você não pode fazer o mesmo por ela?" Meu pai estava ao lado dela, com o rosto sombrio. Ele me disse que se eu não fizesse parte da família, eu não pertencia à casa dele. Eu estava sendo expulsa. De novo. Eles não sabiam da verdade. Não sabiam que, cinco anos atrás, Anabela drogou meu café, me fazendo perder a cirurgia de transplante do nosso pai. Ela tomou o meu lugar, surgindo como uma heroína com uma cicatriz falsa, enquanto eu acordava em um hotelzinho barato na beira da estrada, taxada de covarde. O rim que pulsava dentro do meu pai era meu. Eles não sabiam que eu só tinha mais um rim. E certamente não sabiam que uma doença rara já estava devastando meu corpo, me dando apenas alguns meses de vida. Arthur me encontrou mais tarde, com a voz rouca. "Escolha, Aurora. Ela, ou você." Uma calma estranha tomou conta de mim. O que mais importava? Olhei para o homem que um dia me prometeu a eternidade e concordei em assinar minha sentença de morte. "Tudo bem", eu disse. "Eu faço."”
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