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Perseguindo o Assassino das Bonecas

Capítulo 2 O Começo da Caçada

Palavras: 2273    |    Lançado em: 12/11/2025

em Tons

andonada na T

Maio d

-me intensamente, e cada passo da minha trajetória exigiu esforço. Cheguei onde estou por mérito. Sou a melhor no que faço, e não deixo que

capturasse o responsável, poderia escolher qualquer cargo, em qualquer lugar. Um novo serial killer estava aterr

operandi dele, estudei-o por dias, e cada detalhe estava gravado em minha mente. Acredito que ele escolha as vítimas antecipadamente e, de

ente no aparelho de DVD, mostrando-o amarrando a vítima na cama, aterrorizando-a por horas, obrigando-a a fazer tudo o que lhe vem à ment

as como prostitutas e posiciona os corpos impecavelmente em algum cômodo visível da casa. É meticuloso. Por isso, os jornais e blogs o apelidaram de "O Assassino das Bonecas". Eu, par

entando organizar os pensamentos. Sorte minha ter optado por uma blusa branca de cetim leve, acompanhada de um conjunto de saia e terno preto. Coloquei os óculos escuros para não encarar o sol diretamente

o. Começou com quatro meses entre os crimes... agora, temos um corpo novo a cada semana. Outro padrão: cada vítima era morta de uma forma

a arte, a composição das cenas, o respeito quase reverente pelos corpos... Era mais do que um psicopata. Era um artista da morte. Peguei o r

, motivação difusa e

rida e o motorista desceu para ajudar com as malas. "Você está obcecada demais!" A voz em minha mente me tirou do transe, observei ao re

penas minha maleta prateada com o kit forense, vesti o jaleco azul e arrumei o fio da câmera

cias, mas se conhecessem de fato o criminoso, saberiam que era perda de temp

parede e ouv

uém ouviu ou viu nada - comen

isse outro, a única diferença entre as bonecas e as vítimas, eram os olhos esbranquiçados pós

ue o estamos caçando, e aprecia o jogo. Vê-lo assim, nos confundindo, é parte da sua diversão. E o cheiro de alvejante que inunda a casa? Significa que qualque

hos castanhos gélidos e intenso, uma barba bem feita, um porte físico que indicava força e aut

ntando sair na primeira página do jornal - rosnou. Sua voz rouca e in

culos e sorri. Mais um bab

erida para formar uma força-tarefa conjunta. - Levei os óculos à boca e observei como seus olhos seguiram o movimento - Agora... p

ade em sua voz, mas não me deixei intimidar. Ele não se apresenta pelo

. - Vou interpretar sua falta de profissionalismo como um "sim". Ver a cena pessoalmente, e não apenas pelas fotos,

fil concreto. Esse homem é minucioso, temos apenas uma ideia muito superficial. - notei pela

motivo pelo qual ele as escolheu pode nos levar ao perfil. - O agente posicionou-se

o, mas não conseg

com atenção, cada detalhe ignorado n

to, sabemos so

Maquiada. Cheirosa. Cabelos perfeitamente escovados. As roupas - vulgares - seguiam o padrão

condiz com quem realmente eram. - A agente Bethy me encara, confusa com algumas particularidades da cena. - Eles não faziam programa. Eram casados, com fa

lado errado do crime. - explanei

- perguntou, sem es

xerga o mundo de forma distorcida. Algo o motiva - ainda não sabemos o quê - mas ele não vê suas vítimas co

gélida? - ele perguntou.

. - Peguei a câmera e tirei algumas fotos da cena. Ignorei todos ao meu redor

se ajoelhava ao lado do corpo. Após algumas análises e medir a temperatura do fígado,

s elas comem. Isso mostra seu conhecimento do

aproximei, liguei o aparelho e inseri o disco. Ainda não havia assistid

filme? -

Começamos mal. Apertei o play, assisti alguns segundos e

lha de possíveis provas, dentro de uma saco

ado nos relatórios ou incluído entre as provas. O mais estranho era

lope com cuidado, mantendo o controle sobre minha respiração. Dentro

a errada. A beleza da arte está em quem a interpreta, e você está interpretando

mensagem, algo pessoal. Imprudente da parte dele me provocar assim... ou seria intencional? Mais perturbador ainda era a ideia de que ele sabi

guntou um dos homens, enquanto analis

erguntei, encarando-

alho com análise técnica

o possível. - Fiz uma pausa e me levantei. Vesti as luvas e me aproximei do corpo. Afastei delicadamente as mechas de cabelo do pescoço e fotografei as marcas de asfix

todos à m

gou gosto pela coisa. Com

vidências. - disse Harrisom com um tom autoritário. Tentava reafirm

ndi algo neste trabalho: nem todos são inocentes. Nem todos são culpados. Precisamos aprender a interpretar as entrelinhas, p

ncias recolhidas na maleta, entregando-a a Harr

-as sobre as possíveis evidências antes de fotografá-las - ape

apenas u

junto com a lanterna de luz ultravioleta. Vascu

quan

nc

e ele nunca

i sur

meteu

va começando a fi

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Perseguindo o Assassino das Bonecas
Perseguindo o Assassino das Bonecas
“Caro leitor, você nunca mais verá um thriller policial da mesma forma após este livro. Sophie Beauchamp é tudo, menos uma agente convencional da Europol. Destemida, brilhante e movida pela ação, ela desafia as expectativas de seu pai, um diretor-executivo que sonha vê-la em um cargo administrativo, e mergulha em uma das investigações mais complexas de sua carreira. Chamado para Florença, seu talento é requisitado quando a Inteligência Secreta Italiana se vê incapaz de resolver uma série de assassinatos brutais. As vítimas: mulheres encontradas vestidas como meretrizes, dispostas como verdadeiras obras de arte dentro de suas próprias casas. O que intriga Sophie é o cuidado com a cena do crime: nenhum vestígio de violência sexual, apenas um padrão assustadoramente estético e calculado. À medida que mergulha nesse jogo macabro, ela entra em confronto com uma mente psicopata que leva uma vida dupla e não deixa rastros. Mas há algo mais sombrio à espreita: ela se torna sua obsessão. Duas mentes brilhantes. Uma caçada contra o tempo. Mentiras, reviravoltas e um assassino mais próximo do que ela imagina. Prepare-se para um thriller de tirar o fôlego, onde cada detalhe pode ser a chave... ou o próximo erro fatal.”
1 Capítulo 1 Prólogo2 Capítulo 2 O Começo da Caçada3 Capítulo 3 O Monstro Que Sussurra4 Capítulo 4 Rastro Sombrio5 Capítulo 5 Fichas Manipuladas6 Capítulo 6 A Verdade Tem Inimigos7 Capítulo 7 Silêncio na Escuridão8 Capítulo 8 Olhos de Vidro9 Capítulo 9 A Marca na Pele10 Capítulo 10 A Maquiagem das Mortas11 Capítulo 11 A Sombra da Morte12 Capítulo 12 O Jogo Começou13 Capítulo 13 Pistas que Não Enxergamos14 Capítulo 14 Sala Trancada15 Capítulo 15 Debaixo da Pele16 Capítulo 16 Espelhos Partidos17 Capítulo 17 A Pergunta Que Não Fiz18 Capítulo 18 Entre a Faca e a Mentira19 Capítulo 19 Passado que me consome20 Capítulo 20 Noite sem Janela21 Capítulo 21 Quer que pare ou continue 22 Capítulo 22 Traço de Traidor23 Capítulo 23 Traço de Injustiça24 Capítulo 24 Identidade25 Capítulo 25 Rastros de Perfume e Sangue26 Capítulo 26 Rastros27 Capítulo 27 Segredos Entre Dentes28 Capítulo 28 Segredos e desejos reprimidos29 Capítulo 29 Ele está me Observando30 Capítulo 30 Me faça sua31 Capítulo 31 O Toque Antes do Corte32 Capítulo 32 O inimigo está observando33 Capítulo 33 Anjos Caídos34 Capítulo 34 A face do anjo35 Capítulo 35 Nome que Sussurra no Escuro36 Capítulo 36 Giovanna 37 Capítulo 37 Segredos38 Capítulo 38 Cofre da Alma39 Capítulo 39 A Sombra Atrás de Gabriel40 Capítulo 40 Migalhas41 Capítulo 41 Dentro da Mente do Monstro42 Capítulo 42 Segredos na floresta43 Capítulo 43 Dentro do Meu Pesadelo44 Capítulo 44 A investigação45 Capítulo 45 Cicatrizes da Amizade46 Capítulo 46 Enigmas47 Capítulo 47 O Último Encontro48 Capítulo 48 Segredos revelados49 Capítulo 49 Sede de Sangue e Controle50 Capítulo 50 Jogos51 Capítulo 51 Arrastado Até o Silêncio52 Capítulo 52 Nemo53 Capítulo 53 Quando a Boneca Final se Quebrou54 Capítulo 54 A jogada55 Capítulo 55 Ruptura56 Capítulo 56 Xeque-mate57 Capítulo 57 Fim do jogo58 Capítulo 58 Epílogo