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SERÁ QUE FOI UM ERRO?

Capítulo 4 ADORO BRINDES

Palavras: 1275    |    Lançado em: 06/11/2025

cão do

e e caminhou, trocando de lugar, el

ico. – Alice sorri. - Beber em um cruzeiro de luxo é outro nível. Sou

ncontrou sobre o balcão, acreditando

dá pro gasto. Depois volto para ag

– Alice escreve um bilhete

mesa de reuni

um pouco do co

anhado, depois de terem me arrastado para esse

her se

hor,

a conheço. – Diego

ue apenas uma amiga. Sabe, conheço a

e a Clara? Não parece ser

ailarina.

! Estou aqui apenas pa

s tarde... estou disposta

nde será que os empresários foram par

to, curto e tão decotado que daria para fazer u

uma coisa, bonitão? – Te

trata. Mas, prefiro

passar uma noite comigo? Precis

cou na coxa de Diego, apertando forte de forma atrevid

ia daqui. Senão terei que tomar providências sérias. – Ele fal

: talvez você morda a sua língua mais tarde. – Ela sorri

a palavra, não sou moleque. Muito

í embaixo... de seu traseiro. Tem medo que e

abaixa, mostrando o decote, d

a alguma, não sou atrevid

rega com rispidez. Ela se aproxima nova

me t

Jennifer vira-se e sai de

e tudo em um cruzeiro, mas uma louca dessas, vir

anto a observ

ido embora sem nem dizer adeus! O que tenh

estou tão cansado. Vou até o quarto da minha namorada, que hoje,

e começa a anda

arina. - Ele saiu cambaleando de lá. - Que loucura! Os mar

Diego sorri de leve. – Não, nunca fui um cara safado. Deve ser o cruzeiro e a emi

elo corredor do n

eve estar chegando. Minha vista está prec

... Não, este é o meu. Pelo que me lembro,

e em breve vamos dormir juntos, Clarin

um calor enorme. Mas, também estou tão cansado que não me imp

ente estou aqui,

, entra no quarto, nota que está bas

alvez, a Clarinha, queira fazer uma surpresa bem gostosa. Se ela

pelo quarto, evita

e besteira eu disse. – Sorri. - Esperei tanto tempo que esse calor deve ser amor para d

a, ficando apenas de cueca box preta, tomou um banho rápido

inutos d

s mãos nas paredes, por causa da vista embaça

u estivesse enxergando, não conseguiria acertar direito, está escuro aqui. Acho que é o meu qua

vontade de tirar a roupa. Que

, já entrando no quarto. Enxuga um pouco

– Alice sorri, olhando na direção do vulto. – E eu pensando que meu namor

s direito. – Ela diz baixinho, para não o irri

deixou chateada. Será que desconfia de algo sobre o noivado?" – Ele pensou. - Sim, m

ar ao seu lado?

! – Ele

ado. Mesmo assim, vou tentar começar o que planejei. Se eu o abraçar, quem sabe... depois que decidi que a n

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SERÁ QUE FOI UM ERRO?
SERÁ QUE FOI UM ERRO?
“Sou Alice de Bragança, nascida e criada na pequena ilha chamada Ventos Suaves, situada no interior do Norte do Brasil. Tenho uma família um tanto quanto atrapalhada, mas não me sinto azarada por isso. Considero-me uma mulher moderna: trabalho em um escritório de contabilidade, mas me isolo um pouco para me dar bem com os meus colegas de trabalho. Alguns dizem que sou estabanada, o que é verdade. As pessoas mais próximas - se é que posso considerar que tenho – vivem me dizendo que exagero no trabalho. Elas acreditam que não percebo que a maioria dos colegas realmente me cobram muito além das minhas funções, e que tento agradar a todos de qualquer jeito. Tenho uma ótima amiga, Janete, estagiária do escritório. Como ela não trabalha no meu setor, nos vemos apenas algumas vezes. Não estou mais morando na minha ilha natal, mas sim em uma pequena cidade chamada Vitória da Encosta. Tenho um namorado, Marcos. Sou muito apaixonada por ele e faço de tudo para que meu amor seja mais acessível aos meus sentimentos. Porém, ele é um homem um tanto distante que parece não se importar com o que faço. Tento de tudo para agradá-lo, mas Janete diz que, na verdade, ele me menospreza e suga o pouco de dinheiro que consigo com meu trabalhando e horas extras. Mesmo assim, sou bastante esforçada e me sustento: pago o aluguel do meu apartamento todos os meses e, às vezes, até envio dinheiro para a minha mãe, isso quando sobra algum. Sei que estou dando o meu máximo para sustentar os caprichos do meu namorado, que amo de paixão, uma pena que o sinto um pouco distante. Tenho esperanças de reavivar nosso namoro, que anda frio nos últimos meses. Ele garante que voltará a ser o que éramos antes se eu lhe der alguns presentes. Me chamo Diego da Nobrega, um rico empresário do ramo do álcool combustível. Sou presidente na empresa da minha família, que é influente no mundo inteiro, tendo filiais inclusive na Europa. Me sinto muito apaixonado pela minha namorada, Clara. Ela é uma mulher muito bonita, bailaria e atriz de musicais, que viaja pelo mundo atuando em grandes espetáculos. A matriarca da minha família minha avó, é uma mulher firme, que não leva desaforo para casa. Ela era a antiga presidente da nossa empresa, hoje ela é a CEO. Até me ajuda de vez em quando, porém quer realizar o sonho de se tornar bisavó e tentará a todo custo que eu me case com alguém que possa lhe proporcionar esse sonho. Não sou a favor de um casamento por obrigação. Não estamos nos anos 50 e, afinal, mesmo sendo muito rico, nem sempre temos o que queremos ou desejamos. Observação: Personagens e lugares, foram criados apenas para este livro e não existem na vida real. Para maiores de 18 anos.”