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Da Noiva Indesejada à Rainha da Cidade

Capítulo 7 

Palavras: 833    |    Lançado em: 26/11/2025

fia Al

trás um silêncio tão pesado q

xo de deleite escandalizado, como uma plat

eus sapatos sociais estalavam violentament

arrancou a puls

se espalharam pelo chão, rolando pelas poças de c

com um lenço como se meu DNA fosse uma doença

tregou a

avemente. "Está de v

teatralmente. "Obrigada, meu amor. Fiquei c

pai, seu rosto uma más

a roubo na família Al

tediado. "O chicote. Dez chibatadas

sse Dante, seus olhos fixos nos m

ibatadas", me

gel

que

da infância. Cinquenta chibatadas com a tira de couro

no chão escorregadio, meus saltos deslizando

te. Ele olhou para os guard

rrastaram

ntão. Guardei p

o. Meus dedos dos pés mal tocavam o concreto,

e. Ele tinha a mão pesada, mas n

ou para

a chibata

tido cortando meu ve

sangrar, sentind

m

u

r

stelas, cortando meus braços en

vestido estav

a, eu esta

bela, pressionando o rosto dela contra o peito para que ela

r, sua voz abafada pelo zumbi

ia. Eu era o mons

in

airando perto do teto úmido. Observei a garota pendura

ren

ha garganta estava em carne

que

anga

o chão, um monte de car

r aqui esta noite

porta de metal bateu,

rando o sangramento diminuir, treme

, centímetro por cen

os empregados, onde guardava um kit de primeiros s

um catre, agulha e linha

inhas costas. Era uma ruína

meus ombros, onde o chicote havia se enrolado - e enfa

lular

ão onde eu o

agem de

o de

musine. Ele estava beijando o pescoço dela. Ela segurava

angos*, dizia a legenda. *E você,

o res

enti

enti

do, uma parede de ruído branco que abafou

a única ma

encontrou uma

o Porto", disse ele, recusando-se a encontrar meus olhos. Se por pena ou

isse, minha voz

arte em d

i", eu

o zíper

s d

no inferno se isso significasse

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Da Noiva Indesejada à Rainha da Cidade
Da Noiva Indesejada à Rainha da Cidade
“Eu era a filha reserva da família criminosa Almeida, nascida com o único propósito de fornecer órgãos para minha irmã de ouro, Isabela. Quatro anos atrás, sob o codinome "Sete", eu cuidei de Dante Medeiros, o Don de São Paulo, até ele se recuperar em um esconderijo. Fui eu quem o amparou na escuridão. Mas Isabela roubou meu nome, meu mérito e o homem que eu amava. Agora, Dante me olhava com nada além de um nojo gélido, acreditando nas mentiras dela. Quando um letreiro de neon despencou na rua, Dante usou seu corpo para proteger Isabela, me deixando para ser esmagada sob o aço retorcido. Enquanto Isabela chorava por um arranhão em uma suíte VIP, eu jazia quebrada, ouvindo meus pais discutirem se meus rins ainda eram viáveis para a colheita. A gota d'água veio na festa de noivado deles. Quando Dante me viu usando a pulseira de pedra vulcânica que eu usara no esconderijo, ele me acusou de roubá-la de Isabela. Ele ordenou que meu pai me punisse. Levei cinquenta chibatadas nas costas enquanto Dante cobria os olhos de Isabela, protegendo-a da verdade feia. Naquela noite, o amor em meu coração finalmente morreu. Na manhã do casamento deles, entreguei a Dante uma caixa de presente contendo uma fita cassete - a única prova de que eu era a Sete. Então, assinei os papéis renegando minha família, joguei meu celular pela janela do carro e embarquei em um voo só de ida para Lisboa. Quando Dante ouvir aquela fita e perceber que se casou com um monstro, eu estarei a milhares de quilômetros de distância, para nunca mais voltar.”