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Da Noiva Indesejada à Rainha da Cidade

Capítulo 6 

Palavras: 797    |    Lançado em: 26/11/2025

fia Al

Isabela era do tamanho

cristal, enviando pequenos e agressivos arc

idão e

nas costas de Dante, enquanto mulheres em vestido

o!", alguém brindou, sua voz

e, minhas mãos firmemente entrelaçadas

va tremendo

orço puro e exaustivo de ex

a mão, admirando o anel, pavoneando-

os me encontrar

e aguçou em a

ulho. A sala silenciou instantaneamente. "Nã

sto era impassível, um

riu como o Mar Vermelho, mas em vez de admiração, s

va. O f

isse, forçando minha voz a permane

guntou, estendendo a mão de unhas

iscreta bolsa que me

de pérola. Eram simples, elegantes e me custaram três meses

ixa. Ela nem sequer o

m imediatamente

ração

ha esq

estir, para esconder as bandagens no

fio de pedras de lava ásperas

o polegar sobre aquelas pedras. Ele costumava contá-la

você está aqui, Set

te seguiram o o

cong

ir dez graus, sugando o

. Seu aperto era como um torno, esmaga

e exigiu. Sua voz era baixa, vi

ntando me sol

a!", Isab

a apertou o peito, seu rosto se contorce

. "Dante, essa é a pulseira que eu usava quando cu

la o

A irmã

u de Isabe

estava gasta pelos meus dedos, que se encaixava pe

u uma

uros de nojo. "Nada é sagrado para você? Você ten

as palavras me sufocando.

u um passo

licação. Ele não olho

lançou

ado da minha cabeça com

trás, o mundo gi

nderam na bainh

ndo diretamente na

se est

uanto centenas de taças de

meus braços,

encharcou meu cabelo, ardendo

a, ofegante, sentindo o go

. Ela segurava uma taç

mou sobre o

scorrendo pelas minhas bochechas como lágrim

eus olhos, piscando

rrão vermelho

m minha direção. Ele não es

mãos com uma ternura frenética para garantir

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Da Noiva Indesejada à Rainha da Cidade
Da Noiva Indesejada à Rainha da Cidade
“Eu era a filha reserva da família criminosa Almeida, nascida com o único propósito de fornecer órgãos para minha irmã de ouro, Isabela. Quatro anos atrás, sob o codinome "Sete", eu cuidei de Dante Medeiros, o Don de São Paulo, até ele se recuperar em um esconderijo. Fui eu quem o amparou na escuridão. Mas Isabela roubou meu nome, meu mérito e o homem que eu amava. Agora, Dante me olhava com nada além de um nojo gélido, acreditando nas mentiras dela. Quando um letreiro de neon despencou na rua, Dante usou seu corpo para proteger Isabela, me deixando para ser esmagada sob o aço retorcido. Enquanto Isabela chorava por um arranhão em uma suíte VIP, eu jazia quebrada, ouvindo meus pais discutirem se meus rins ainda eram viáveis para a colheita. A gota d'água veio na festa de noivado deles. Quando Dante me viu usando a pulseira de pedra vulcânica que eu usara no esconderijo, ele me acusou de roubá-la de Isabela. Ele ordenou que meu pai me punisse. Levei cinquenta chibatadas nas costas enquanto Dante cobria os olhos de Isabela, protegendo-a da verdade feia. Naquela noite, o amor em meu coração finalmente morreu. Na manhã do casamento deles, entreguei a Dante uma caixa de presente contendo uma fita cassete - a única prova de que eu era a Sete. Então, assinei os papéis renegando minha família, joguei meu celular pela janela do carro e embarquei em um voo só de ida para Lisboa. Quando Dante ouvir aquela fita e perceber que se casou com um monstro, eu estarei a milhares de quilômetros de distância, para nunca mais voltar.”