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Da Noiva Indesejada à Rainha da Cidade

Capítulo 3 

Palavras: 872    |    Lançado em: 26/11/2025

ofia

rítmico e implacá

u tivesse sido arrastada por quilômetros

as com tanta força que restringiam minhas respirações superficiais. Minha cabeça latej

os

Cegantemente estéril.

Sem cartõe

ificando uma prancheta. Ela se assus

il, mas seus olhos continham uma pena pesada e

s d

, grasnei. Minha garganta

. Ela mexeu no soro,

corredor", ela finalmente

abe

e a enfermeira, seu tom cuidadosamente ne

espasmo doeu demais

oq

letreiro de neon, e minha irmã

andar",

ão deve

iso a

egante, branca e quente, mas eu a

redor, as rodas de metal rangendo con

i antes d

s brilhantes e

suíte VIP e

scando uma uva. Meu pa

parecendo radiante em um roupão

arrulhou. "Aquele letrei

la, olhando para ele com adora

ave. O tipo que ele costumava me dar no

e", di

om um carrinho. Um

, anunciou o garç

nariz. "Não quer

rada na porta, um fantasma queb

aram com uma malícia

ou. "Você acordou! Olh

nstantaneamente, o calor desaparecendo co

otou, sua voz plana. "Clar

acenando com a mão displicentemente. "Dê para a

para a

. Rosa.

utos do mar", eu d

ficou em

batendo sua taça de vinho na mesa. "

stando-se em seus travesseiros. "Assim como qua

te oferece gentileza, e você joga

matar",

íbula se contraindo. "Você só está tentando ch

e. Realmente

disse, minha voz oc

e e fui

ando meu corpo quebrado a ir até o balcão

da fonte do hospital no páti

a cinco min

um cadáver",

eda, fumando um cigarro fino, parecendo total

cê quer,

e aproximou, a fumaça saindo de seus lábios. "Ele me esc

disse. "Pode

. "Você ainda o quer. E

ero lixo",

rceu, a máscara bo

ançou so

meus ombro

líbrio se foi. Eu não tin

rás na fon

stava co

neamente, arrastando meu braç

tos se r

elho floresceu na água c

", Isabel

ão, arranhou seu próprio pe

está tentand

nvadiu

a água. Ele

viu Isabel

guntou. Ele

eu para

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Da Noiva Indesejada à Rainha da Cidade
Da Noiva Indesejada à Rainha da Cidade
“Eu era a filha reserva da família criminosa Almeida, nascida com o único propósito de fornecer órgãos para minha irmã de ouro, Isabela. Quatro anos atrás, sob o codinome "Sete", eu cuidei de Dante Medeiros, o Don de São Paulo, até ele se recuperar em um esconderijo. Fui eu quem o amparou na escuridão. Mas Isabela roubou meu nome, meu mérito e o homem que eu amava. Agora, Dante me olhava com nada além de um nojo gélido, acreditando nas mentiras dela. Quando um letreiro de neon despencou na rua, Dante usou seu corpo para proteger Isabela, me deixando para ser esmagada sob o aço retorcido. Enquanto Isabela chorava por um arranhão em uma suíte VIP, eu jazia quebrada, ouvindo meus pais discutirem se meus rins ainda eram viáveis para a colheita. A gota d'água veio na festa de noivado deles. Quando Dante me viu usando a pulseira de pedra vulcânica que eu usara no esconderijo, ele me acusou de roubá-la de Isabela. Ele ordenou que meu pai me punisse. Levei cinquenta chibatadas nas costas enquanto Dante cobria os olhos de Isabela, protegendo-a da verdade feia. Naquela noite, o amor em meu coração finalmente morreu. Na manhã do casamento deles, entreguei a Dante uma caixa de presente contendo uma fita cassete - a única prova de que eu era a Sete. Então, assinei os papéis renegando minha família, joguei meu celular pela janela do carro e embarquei em um voo só de ida para Lisboa. Quando Dante ouvir aquela fita e perceber que se casou com um monstro, eu estarei a milhares de quilômetros de distância, para nunca mais voltar.”
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