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Apagado Nunca Mais: Minha Sinfonia

Capítulo 2 

Palavras: 927    |    Lançado em: 09/12/2025

e gritava verdades sem dizer uma palavra. Meu baixo Fender, meu velho amigo, jazia esquecido no banco de trás, acumuland

irurgias complexas - agora segurando o volante, nos guiando pela neve q

a súplica - do seu pai me dizendo que eu tinha mãos f

depois voltei a

- Minha voz s

eu estava destinado à grandeza. - Ele fez uma pausa, com um tom n

eu o jovem e ambicioso Jonas, vindo de uma origem humilde. Ele viu potencial, talento bruto e uma fome quase d

velha música indie, de uma banda que amávamos na faculdad

brevemente no retrovisor. - Parece que foi em outra vi

ua nostalgia fabricada. - E esse futuro incluía você e a Cris, não inclu

dos dedos, já brancos, pressionaram

ente brilhantes nublados de frustração. Ela era uma sonhadora, minha Gab

eu disse, segurando o papel amass

a mão, dispensa

am por fases. E

u ins

ez. Ela precisa de

ou, quase r

. Cris Lee. Ela trabalhou na recepção do hospital por um tempo.

Cris chegou, uma visão de inocência juvenil em suéteres pastéis e um sorriso tímido. El

a sussurrou quando comprei um casaco novo par

cordeiro, isso sim. Uma víbo

mera da babá. Meu coração se estilhaçou em um milhão de pedaços, não apenas por mim, mas pela tola ingênua que eu fui. Ela esta

ente, emoldurada pela neve caindo. Tudo parecia igual. O gramado bem cuidado, as decorações de Natal de bom gosto p

parque. Dona Helena estava lá, uma figura frágil em um xale tricota

o. O cheiro dela, uma mistura reconfortante de lavanda e talco, preencheu meus sentidos. - Você voltou! Eu disse a eles que voltaria. Onde você esteve? Aquel

cima do ombro dela. O rosto dele era um

rsário no ano passado. Pendia frouxo em sua estrutura pequena, uma paródia cruel de elegância. O cabelo dela estava úmido, como se tivess

, a senhora não deveria estar no frio. Venha para dentro. E Camila -

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Apagado Nunca Mais: Minha Sinfonia
Apagado Nunca Mais: Minha Sinfonia
“Vendi meu baixo Fender vintage, uma relíquia, para pagar a faculdade de medicina do Jonas. Acreditei na promessa dele de que conquistaríamos o mundo juntos. Dez anos depois, encontrei uma pasta oculta no laptop dele intitulada "Estratégia de Saída". Lá estavam os detalhes sórdidos de como me deixar na rua, sem teto, enquanto ele instalava a tutora da nossa filha na minha casa. Ele não estava apenas me traindo. Ele estava, metodicamente, me apagando da existência. Pela câmera da babá, assisti a ele rindo enquanto Cris, a tutora "angelical", vestia meu roupão de seda e zombava da minha música, chamando-a de barulho infantil. Ele disse a ela que eu não passava de um degrau, uma conexão com a influência do meu pai que ele finalmente havia superado. Eu não gritei. Não implorei. Silenciosamente, reuni as provas, protegi meus bens e entreguei a ele os papéis do divórcio que estilhaçaram sua reputação cuidadosamente construída. Mas quando Cris, enlouquecida pelas mentiras dele, arrastou nossa filha para a beira de um penhasco coberto de neve, Jonas finalmente caiu de joelhos. Ele chorou, implorando por uma segunda chance, jurando que eu era a única mulher que ele amou. Olhei para o homem que planejou minha ruína, depois para minha filha, que enxergava através dele. - É tarde demais, Jonas - eu disse, minha voz mais fria que o vento cortante. Virei as costas e caminhei pela neve, segurando minha filha com força, deixando-o sozinho no frio, com nada além de seus arrependimentos.”
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