“Meu noivo, Caio, deveria ter me buscado no aeroporto depois da minha viagem de duas semanas sozinha. Em vez disso, fui abandonada na chuva, trocada por sua protegida "frágil", Karine. Ele alegou problemas no carro, mas uma única ligação revelou a verdade: ele estava numa festa, comemorando com ela. Então veio a mensagem de Karine - uma selfie dela em seu colo, com a legenda: "Não se preocupe, o Dr. Alencar é todo meu esta noite!" Momentos depois, uma mensagem de Caio: "Desculpa, meu amor. Problema no carro. Tive que deixar a Karine em casa primeiro. Chego assim que puder. Não precisa me esperar." A contradição descarada, os anos de gaslighting e abuso emocional, finalmente quebraram algo dentro de mim. Ele passou três anos me fazendo sentir pequena, insegura e louca, sempre priorizando o drama fabricado de Karine em detrimento do meu bem-estar. Eu costumava pensar que amar significava suportar sua crueldade, mas ali, encharcada e traída, percebi que meu amor tinha limites. Então, fiz uma ligação. "Sr. Matos", eu disse, com a voz firme. "Sobre aquela vaga de cinco anos no exterior, em Londres. Eu gostaria de aceitar."”