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Traída Pelo Don: Sua Fuga Definitiva

Capítulo 3 

Palavras: 807    |    Lançado em: 15/12/2025

Andrad

ncionária do cartório

strativas. Eu só tinha ido buscar uma cópia da nossa certidão

ndo um tom enquanto deslizava uma única folha de

ara o d

U

cia pulsar em

ão Paulo", ela explicou, seu tom de desculpa, mas final. "

ndo

ra a esp

a a a

ã

menos q

m nenhum direito legal a ele, à

ã, ninguém procuraria por

or uma namora

bril

diab

, me sentindo menos como uma mulher e mais

show tinha q

era o Leilão

mesmo que Carla havia zombado semanas at

os flashes das câmeras nos assa

a base das minhas costas,

tra minha orelha, seu hálit

, eu

rl

reto que se agarrava à

ço dela, repousava

mante que pertenc

havia jurado para mim que estava

olhar do outro l

nte, ela tocou o colar,

marcando se

de excessos. Alex sentou-se relaxado ao meu lado,

apresentou o

retumbando. "Um colar de safira de clareza in

tou. Ele leva

s", ele disse, sua voz

ira ofegou

m, seu sorriso deslu

sse, alto o suficiente para a

explodiu

subir pela mi

r

e milhões de reais quando ele nem s

disse Alex, levantando-se e ab

tidores, a imagem d

tos se p

lêncio na mesa tor

da nossa mesa. Ele não parecia

rges", e

u agora sabia s

parece ter...

ar", corrigi a

baixando. "Ele deixou o prédio. E o car

minhas veias, me c

nce de vinte milhões

le tinha

sua voz endurecendo como aço. "Ou teremos que

s estavam

usos haviam se trans

ram meu celular para veri

ra

inha es

tinha

jei, a sala gi

do-se avidamente nos meus lóbulos. "Parecem um

ra minhas orelhas

a minh

e restava da minha

escuridão

rei, minha voz queb

á lá fora", av

endi os

am tanto que quas

na palma est

jada de minhas joias, min

ala, Carla ergueu

desviei

i-a de

à dívida que eles, um d

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Traída Pelo Don: Sua Fuga Definitiva
Traída Pelo Don: Sua Fuga Definitiva
“No nosso aniversário, eu estava regando o assado na cozinha quando o notebook criptografado do meu marido acendeu sobre a bancada. Alexandre Borges, o braço direito implacável da maior facção de São Paulo, nunca cometia erros. Mas naquela noite, ele deixou uma sala de bate-papo aberta. A notificação que surgiu na tela destroçou meu mundo: "A idiota já tá comendo a ração?" Era da amante dele, Carla. Eles estavam apostando se eu comeria o bolo red velvet que ela tinha batizado com fezes do Rottweiler dela. Naquele instante, eu entendi que meu casamento era uma farsa. Eu era apenas uma esposa "de fachada" para garantir a promoção dele a chefão. Para sobreviver, eu tinha que continuar atuando. Alex sentou na cama, me dando o bolo contaminado com um sorriso amoroso. "Come, meu amor", ele sussurrou. "Está de morrer." Engoli cada pedaço daquela nojeira, me forçando a não vomitar até ele sair do quarto. A humilhação não parou por aí. Descobri que nossa certidão de casamento era nula. Ele me comprou publicamente um colar de vinte milhões de reais num leilão de gala, e depois me abandonou para arcar com a dívida, me forçando a entregar os brincos da minha avó como garantia. Ele até assistiu, impassível, enquanto a família dele me espancava por causa de uma armação de Carla. Mas o golpe final veio quando o ouvi planejando nossa "escapada romântica". "A tempestade de neve chega na sexta", ele disse para Carla. "Vai parecer um acidente trágico. Hipotermia." Ele achava que estava levando um cordeiro para o abate. Mal sabia ele que eu estava contando os dias. Quando chegamos ao chalé e ele foi preparar meu "acidente", eu não chorei. Joguei uma das minhas botas penhasco abaixo para forjar minha morte. Então, entrei na van preta que me esperava na neve. Alexandre Borges achou que tinha matado a esposa. Ele não fazia ideia de que tinha acabado de libertá-la.”
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