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O Doutor, O Marido, A Mentira

Capítulo 3 

Palavras: 618    |    Lançado em: 16/12/2025

e enfaixada, porque Heitor havia "providenciado" mi

utas. Meu bem-estar er

festa de noivado de Beatriz. Uma celebração do

para mim. Um colar, delicado e cintilante, re

Suas roupas velhas, seus descartes. El

de soro do meu braço, seus movimentos gentis, quase

ientemente, verificando seu relógio. "Você

mim, seu foco já

rodas em direção ao carro que esperava. Uma pont

carmesim tingindo o curativo branco sob meu v

cioso preso dentro de mim. Meu

riedade era uma majestosa escadaria de mármore

vantar, um lampejo fugaz d

ante, cortou o ar. Ela estava no topo da

iso venenoso brincando em seus lábios

quente e lancinante, me inundou. Lágrimas

ele se virou, envolvendo Beatriz em seus braços. Ele a ca

s lábios. Um som desprovido de al

ções sutis. A maneira como ele descartou meus sonh

es, chegaram aos meus ouvidos. "Coitadinha",

a fracas, ainda trêmulas, começaram a se mover. Um passo doloroso após

de compaixão. Mas ele havia sumido

donada no fundo, um destroço reto

brado, lágrimas quentes q

para uma mesa isolada. Eu era uma conv

ia. Lustres cintilantes, champan

ou Beatriz com três presentes. Cada

ça de família. Aquele que ele havia me prome

or verdadeiro, passado apenas para a

ssustou os poucos convidados próximos. Fo

ritação em seus olhos. Ela achava que eu

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O Doutor, O Marido, A Mentira
O Doutor, O Marido, A Mentira
“Meus sonhos de estrelato no Teatro Municipal morreram com uma queda no palco. Por três anos torturantes, meu marido, Heitor, foi minha rocha, cuidando de mim durante o que os médicos chamaram de uma lesão que encerraria minha carreira. Então, eu descobri a verdade. Minha "lesão" era uma mentira, uma conspiração orquestrada por meu marido e nossa médica, Beatriz. Eles estavam me envenenando lentamente para me manter aleijada e dependente. Quando os confrontei, tentaram me silenciar com uma overdose. No hospital, Beatriz retalhou meu corpo com um bisturi. Para completar sua fantasia doentia, decidiram que ela geraria meu filho, colhendo à força meus embriões enquanto eu estava acordada, sob o efeito de uma droga que intensificava a dor. Heitor apenas observava. "Apenas aguente, Elisa", ele murmurou. Mas eles não me quebraram. Eu escapei e meticulosamente me apaguei do mundo dele. Meu ato final antes de desaparecer foi apertar 'enviar' - liberando cada pedaço de evidência para o mundo inteiro. "Você tirou tudo de mim", escrevi. "Agora, vou tirar tudo de você. Dez vezes mais."”
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