“Eu era a herdeira da Agrosul, mas vivia como uma sombra ao lado do meu noivo, Ricardo. Ele, o CEO, me pedia para ser discreta, para não "atrapalhar" sua imagem. Em um evento de caridade, a humilhação foi pública. Ele posou para as câmeras como uma "família perfeita" ao lado da minha prima, Carina, e do filho dela. A noite se tornou um pesadelo quando o filho de Carina agrediu meu irmão vulnerável, Álvaro, que acabou no hospital com costelas quebradas. Ricardo, em vez de defender Álvaro, defendeu o menino. "Não seja tão dramática, Heloísa. Crianças brigam", ele disse com desprezo, antes de me empurrar no chão na frente de todos. Fui chamada de louca e histérica enquanto o sangue escorria pelo meu rosto, e todos ao redor filmavam minha desgraça. O que ele não sabia era que eu era a verdadeira presidente da Agrosul. E enquanto ele ria, meu advogado entrou no salão com os papéis que iriam tirar tudo dele: o cargo, o dinheiro e a dignidade. A vingança estava apenas começando.”