“Grávida de oito semanas, eu esperava que meu noivo, Gabriel Tavares, anunciasse nosso noivado na festa de gala da empresa. Mas, no palco, ele pediu a mão da minha manipuladora meia-irmã, Mariana, em casamento. O anúncio foi feito pelo meu próprio irmão, Henrique. Humilhada, fugi da festa e acabei em meio a uma explosão na fábrica. Gabriel, ao invés de me salvar, me empurrou para o perigo para proteger Mariana, o que me fez perder nosso bebê. No hospital, ele me ligou, não para saber de mim, mas para me culpar por assustar sua "frágil" noiva. "Filho? Pare de ser dramática", ele zombou, enquanto eu ainda sentia a dor da perda que ele mesmo causou. Aquelas palavras mataram meu amor. Eu não chorei. A dor se transformou em uma frieza mortal. Eu peguei as cinzas do nosso filho, coloquei em uma caixa e entreguei a ele. "Você matou nosso filho e, com ele, o meu amor", eu disse, antes de desaparecer de sua vida para sempre.”