“Na festa de lançamento da nossa empresa, enquanto eu carregava nosso filho no ventre, a COO do meu marido, Diana, deslizou a mão para a dele. Ela se inclinou e sussurrou que já estava "cuidando" das necessidades especiais dele, uma declaração pública do caso deles. Meu marido, Bruno, apenas riu nervoso. Era o sinal clássico de que ele tinha sido pego. Na manhã seguinte, depois de tomar a decisão devastadora de interromper nossa gravidez, eu os vi novamente. Tropecei e caí na calçada. Bruno correu para o meu lado, mas quando Diana fingiu uma tontura, ele me abandonou no chão sem pensar duas vezes para embalá-la em seus braços. Ali, esquecida na calçada suja, eu finalmente entendi. Ele não apenas me traiu; ele não tinha o menor cuidado por mim ou pelo filho que eu acabara de perder. Todo o meu amor e sacrifício não significavam nada. Enquanto ele se afastava com ela, peguei meu celular. "Pai", eu disse, minha voz fria como gelo, "Retire cada centavo da AuraTec. E consiga os melhores advogados. Preciso dos papéis do divórcio e de um termo de consentimento para interrupção da gravidez. Para hoje à noite."”