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Abandonada no Altar, Casei com o Herdeiro "Aleijado"

Capítulo 2 No.2

Palavras: 849    |    Lançado em: 19/12/2025

papel do Registo Civil soou

tia um vestido de noiva de trinta mil dólares, agora com a bainha suja de poeira, e o homem na

r. Sterling - di

mais espaço do que o necessário. Audrey observou a mão dele. Era uma mão gr

vel. A adrenalina do momento na igreja estava a dissipar-se, deixando para trás um vazi

sem emoção. Ele nem

grisalhos chamado Bruno, abriu a porta de trás de um Mercedes preto antigo. Era um modelo

banco do carro. Victor fez uma careta de dor, os músculos do pe

da de culpa. Ele sofre,

a couro velho e nostalgia. O carro deslizou pelas ruas, o m

o sem olhar para ela, ma

luxo, Audrey

os braços. - Ouvi dizer que a tua família

uma risada s

las antigas que impedem a venda, mas não geram dinheiro. Bruno trabalha por lealdade à

icatriz pequena perto da orelha. A realidade da situaçã

dinheiro, Victor. Eu traba

emente no dorso da mão dele, u

sse feita de fogo. Ele virou-se para ela, os olh

não me toques com e

mão, assustada com

scu

imponente de pedra cinzenta, com gárgulas nos beirais e hera a subir pelas paredes.

e era um homem idoso, com postura militar

sem demonstrar surpresa ao ver a noiva.-Devo

. A última coisa que ela queria era pa

-la desde o momento na igreja. Queria saber se ela era apenas mais uma oportuni

rtante.-Leva as coisas del

O coração dela começou a bater cont

...-ela

ou-a, um sorriso cruel a brincar nos lábios

quebra na sua máscara pr

desejar

orme retrato da família Sterling dominava a escadaria. Mostrava o pai de Victor, a madrasta

mentou Audrey, tentando desviar o

mandíbula. Ela

ava com força na mão, começou a vibr

aparelho, sentind

perguntou Victor, obse

mada e desligou o ap

nada pa

iggins empurrar a cadeira.-Bem

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Abandonada no Altar, Casei com o Herdeiro "Aleijado"
Abandonada no Altar, Casei com o Herdeiro "Aleijado"
“O som do órgão na Catedral de São Patrício ainda ecoava quando o meu mundo desabou em silêncio absoluto. Diante de quinhentos convidados da elite, o homem que eu amava há quatro anos soltou a minha mão e caminhou calmamente até à minha madrinha de casamento. O ""sim"" que eu esperava transformou-se no anúncio cruel de que eu era apenas um passatempo descartável. Blake Miller rejeitou-me publicamente, trocando-me pela minha melhor amiga, Tiffany, sob o pretexto de que uma órfã sem nome nunca estaria à altura do seu império. A humilhação foi total enquanto os convidados sussurravam insultos e a minha própria família adotiva me virava as costas, deixando-me sem teto e sem dignidade. ""Eu não posso casar contigo, Audrey. A Tiffany é quem realmente entende o meu peso e o meu estatuto. Tu foste apenas uma diversão, mas o jogo acabou."" Fui ridicularizada por aqueles que antes me bajulavam, vendo a minha vida ser destruída num espetáculo de traição e ganância. A dor da injustiça transformou-se num ódio gelado ao perceber que eu tinha sido apenas um peão nos planos deles. Eu estava sozinha, sem dinheiro e com a reputação em farrapos, destinada a ser a piada da temporada. Como puderam ser tão cruéis depois de tudo o que sacrifiquei? A fúria superou a minha agonia, e eu decidi que não seria a vítima daquela história. Em vez de fugir em lágrimas, caminhei firmemente até ao fundo da igreja, onde Victor Sterling, o ""pária"" bilionário numa cadeira de rodas, observava tudo com um desprezo glacial. Olhei nos olhos do homem que todos julgavam arruinado e propus-lhe um negócio: o meu nome pelo seu poder. Quando Victor aceitou, o jogo mudou; a noiva humilhada estava prestes a tornar-se o pior pesadelo de quem ousou traí-la.”