Entre Heranças e Silêncios
e vibrou antes me
naquele tremor insistente fez seu estômago se contrair.
rupo
do Santo A
ção di
sair, a primeira
égio. O uniforme amarrotado, o cabelo preso de qualquer jeito. Nad
nte editado: o rosto de Meire colado a um corpo que não
inha em let
OU ACOMP
giu dos
começaram
u s
e foi e
tudo faz
tem péss
u o celular cair. Tentou sair do grupo. Não co
á a observavam. Outros fingiam
corpo intei
ssor entrou, o burburinho cessou, mas o peso permaneceu. Meir
porta se ab
ntrou, a
io foi a
o jeito como Meire estava sentada, rígida demais, c
e puxou
poucos s
ar se c
ntou
irme. - Preciso falar
to, a aula
urge
assentiu, de
har para ninguém. Mas todo
uas funcionárias
antos? - cham
a bateu tão f
Si
ia quer fal
receram intermináveis. Cada olhar era
ava sentad
l. Calma
culando - disse a coordenadora, com
ntiu o c
- respondeu
com doçura ensaiada - é que isso
dora cruzo
té lá, você será afastada
justo - Mei
prot
e abriu c
io e
colo - disse.
se v
o - continuou ele. - E
ole-se - disse
ês vão investigar, investiguem de verdade.
lideceu por
ando algo? -
o a e
Estou a
cio foi
espondeu a coordenadora, f
tando contra a vontade de
não aca
onseguiu
as pernas falharem. Otávio a seg
- disse, baixo. - Nã
u, os olho
respondeu. - Eles v
disse. - Quando escol
nstante, próximos demais
edor, Rebeca observav
a estava
uídas, não precisam ser verda