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Tem que ser ela ...

Capítulo 5 A mesa onde tudo retorna

Palavras: 569    |    Lançado em: 22/12/2025

endia descer

Sabia reconhecer quando algo ultrapassava o limite do con

fome não era

nquie

xa, conversas discretas, taças tilintando. Ela escolheu uma me

nstante em que a

e do salão - mas nada o preparou para a sensação de vê-la ali, novame

tava s

n

se apr

ndou b

nterf

erv

controu os olhos verdes do outro lado do salão, al

hecim

har por dois segun

ite mais silenc

o dela chegou. Caminhou com calma, par

- disse ele.

u um pedaço do prato, levou à boca,

r de ideia fácil -

ar - Erick respondeu. - Só

deira à frente c

co mi

se

sas onde ninguém invade

invade costuma confundir

asse

i longe de

disse. - Iss

ou entre eles. Não c

diferente hoje

respondeu. - M

e q

ntes costumam aparecer qua

o. Não como homem - como

afasta ou

, apoiando os talheres. -

mente para frente, m

sei f

ela corrigiu. - M

to. Erick recusou qualquer cortesia. Pediu o

onto pa

a de privilégio

s - ele respondeu. - Nã

Os olhos azuis estavam menos defe

ick Montreal? - ela p

spirou

idade mútua merece espaço.

entiu,

estamos

sta

retomando a refeição. - Nã

rriu d

do. Confundo

ar uma última ve

desp

cante permitiu que ele permanec

acont

im, tudo ha

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Tem que ser ela ...
Tem que ser ela ...
“Erick Montreal construiu um império gastronômico baseado em precisão, excelência e controle absoluto. Acostumado a comandar ambientes e pessoas, jamais imaginou que uma viagem de negócios mudaria sua própria lógica. Durante um jantar em um de seus restaurantes de luxo, ele nota Lys Cavalcante - sozinha, reservada, inalcançável. A recusa educada a uma simples cortesia é o primeiro limite que ela impõe. O segundo surge quando o acaso os coloca no mesmo hotel, revelando que algumas conexões não nascem do conforto, mas do desconcerto. Lys não busca ser conquistada. Erick não sabe como permanecer sem dominar. Entre cafés, silêncios, despedidas e reencontros sutis, os dois descobrem que o verdadeiro risco não está em se aproximar - mas em deixar alguém ir sem tentar ficar.”