icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon
Sempre foi Você

Sempre foi Você

icon

Capítulo 1 Prólogo – A Flor e a Lâmina

Palavras: 1325    |    Lançado em: 25/12/2025

m. Elas apenas escolhem quem

eif

pareciam sustentar não só o telhado, mas séculos de sangue e segredos. O céu c

i Tak

Taka

o de mim como o som de uma l

me

quas

m garoto sem nada e o transfo

a transformada em pó. E ainda assim, mesmo assim,

eria c

dos meus pais mutilados numa viela escura, com o cheiro de ferro e medo grudando na garganta. Deixei de ser

, um propósito. E, em troca, arrancou

o coração e

, com a voz gros

s sejam lembrad

dos, jovens guerreiros em linha, com os punhos cerrados e olho

caia de joelhos. Naquela famíli

que ousava se aproximar. Nenhum brasão no peito, nenhum símbolo bordado. E

a exibir poder, é porque

que

mas era bom deixar que

stante de que eu não era dali, nem do sangue, nem da cultura, nem do idioma. Eu tinha sido enxerta

dalada parecia cimentar mais um pedaço do meu destino. O

ou, erguendo os o

apagada. Que a herdeira seja p

... Interessante e

m. Curvaram a cabeça,

eto

, mas porque eu já era a

e sangue, era o m

êncio, era em mim qu

nça, era o meu no

eif

sci com e

ada corpo que d

herdeira "custe o que custar", ninguém pre

ncio. Como se alguém tivesse puxado uma linha invisível dentro

s e irresponsavel

r para saber quem er

a última

bre um tatame branco. O quimono alvo engolia o corpo pequeno, as manga

para uma criança respi

obre os ombros frágeis, enfeitados com

ui

alguém que ousou misturar destinos. Olhos que nã

e o mundo inteiro está olhando e não se importa. Cada passo dela

imando, sem me mover.

nha yukata, senti um choque estranho. Não de dor, ne

i

urava entre os dedos e por um mom

lêncio ficar pesa

o tinha nada de infantil. Era luto, coragem e um tipo

a mão, revelando

pra quando o

manecido de pé. In

a trincou. Uma rachadura mínima, ma

elhei dia

hos diante da herdeira, não como guarda-costas, não como

m

e. Segurei os dois com mais cuidado

o chamar de serenidade destinada.

em você é -

xa, áspera, mais m

Sa

so triste curvou

ndo ficasse escuro demais...

ão de raiva, nem de dor, mas de reconhe

do em mim. E, ain

não daquele jeito. Mas, quando ela deu um passo à frente e me abraçou,

nas costas dela de um jeito que nunca haviam repou

perto que o mundo i

uero ficar

em mim como uma

meter qualquer coisa num lugar como aquele. Prome

não e

voz baixa, não era con

censo, das flores e do doce misturou-

sos olhos se encontraram n

te chama

.. pri

istância. Eu ainda estava de joelhos, com

ompreendi uma verda

decer sem questionar. Para ser lâmina quando fosse necessário e sombra qu

u

e, que aquele nome jamais me libertaria. Porque o amor

eu teria que quebrar cada juramento que fiz ao p

ontra o mundo.

Reclame seu bônus no App

Abrir
1 Capítulo 1 Prólogo – A Flor e a Lâmina2 Capítulo 2 Quando o Silêncio Escolheu um Guardião3 Capítulo 3 A Primeira Fissura na Paz4 Capítulo 4 O Ceifador Desperta5 Capítulo 5 O Nome Que Queima Espíritos6 Capítulo 6 A Marca Que Nunca Irá Sumir7 Capítulo 7 O Lugar Onde Nada é Silencioso8 Capítulo 8 Onde a Sombra Aprende a Andar à Luz9 Capítulo 9 Entre a Máscara e o Sangue10 Capítulo 10 A Sombra que Sempre Esperei11 Capítulo 11 A Sombra que Me Encontrou12 Capítulo 12 Do Outro Lado da Porta13 Capítulo 13 O Homem Que Não Podia Desejar14 Capítulo 14 A Manhã em que Quase Fui Normal15 Capítulo 15 O Homem do Corredor16 Capítulo 16 O Vizinho Que Sorriu Primeiro17 Capítulo 17 Linhas que Não Devem Ser Cruzadas18 Capítulo 18 O Ponto Fraco19 Capítulo 19 O Que Ela Nunca Deve Ver20 Capítulo 20 A Confissão Que Não Deveria Ser Feita21 Capítulo 21 Quando o Corpo Reconhece Antes da Razão22 Capítulo 22 O Homem Que Não Está Aqui Para Ensinar23 Capítulo 23 Entre o Anjo e a Sombra24 Capítulo 24 O Primeiro Olhar25 Capítulo 25 Antes da Colisão26 Capítulo 26 Os Olhos Que Eu Nunca Esqueci27 Capítulo 27 O Controle Entre as Palavras28 Capítulo 28 O Peso de Ser Observada29 Capítulo 29 O nome que me Incomoda30 Capítulo 30 Disciplina é Sobrevivência31 Capítulo 31 O Limite do Controle32 Capítulo 32 O Nome Que Me Desarmou33 Capítulo 33 O Limite Que Não Foi Pedido34 Capítulo 34 O Homem Que Não Pode Avançar35 Capítulo 35 O Que Minha Razão Não Consegue Nomear36 Capítulo 36 O Nome Que Quase Foi Dito37 Capítulo 37 O Peso do Nome Que Não Se Pronuncia38 Capítulo 38 A Lâmina Que Escolheu Amar39 Capítulo 39 A Pergunta Que Não Deveria Ser Feita40 Capítulo 40 A Lealdade Que Me Aprisiona41 Capítulo 41 Onde o Corpo Aprende a Trair42 Capítulo 42 O Que Não Se Pode Ignorar43 Capítulo 43 Quando o Olhar Ganha Voz44 Capítulo 44 A Arma Que Não Foi Feita Para Sentir45 Capítulo 45 O Peso do Desejo Vivo46 Capítulo 46 O Corpo que Não Obedece47 Capítulo 47 O Desejo que Não Aceita Trocas48 Capítulo 48 O Corpo Que Trai49 Capítulo 49 A Promessa Que Fere50 Capítulo 50 Entre Confissões e Desejos51 Capítulo 51 O Desejo que Não se Diz em Voz Alta52 Capítulo 52 A Forma Como Homens Medem Território53 Capítulo 53 Antes Que a Luz Dissesse Não54 Capítulo 54 Entre o desejo e a culpa, nasce a verdade. 55 Capítulo 55 Coisas que o Corpo Conta Antes da Mente56 Capítulo 56 Onde a Vergonha Aprende o Idioma da Raiva57 Capítulo 57 Quando o Olhar Fala por Mim58 Capítulo 58 O Tipo de Jogo que Irrita o Predador59 Capítulo 59 Onde o Proibido Aprende a Falar em Voz Alta60 Capítulo 60 Onde a Liberdade Vem com Sobrenome61 Capítulo 61 Sombras Não Decidem62 Capítulo 62 O Ronin Não Pede Permissão63 Capítulo 63 Não Há Ordem Para um Ronin64 Capítulo 64 O Ceifador Não Caminha em Vão65 Capítulo 65 Quando o Nome Dela Acorda o Demônio66 Capítulo 66 Antes de Ser Vista67 Capítulo 67 O Risco Que Eu Escolhi68 Capítulo 68 Aquilo Que Nem o Sangue Resolve69 Capítulo 69 Antes Que a Noite Escolha70 Capítulo 70 Onde o Olhar Antecede o Ataque71 Capítulo 71 O Momento Antes do Erro72 Capítulo 72 O Erro Que Aprendeu a Esperar73 Capítulo 73 Onde a Humanidade se Torna Fraqueza74 Capítulo 74 O Idioma Que Apenas o Medo Entende75 Capítulo 75 O Que Meu Corpo Lembrou Primeiro76 Capítulo 76 Onde a Certeza Começa a Doer77 Capítulo 77 Comprovando...78 Capítulo 78 Onde o Silêncio Aprende a Sangrar79 Capítulo 79 Onde o Desejo Aprende a Falar Alto80 Capítulo 80 Decisões81 Capítulo 81 Onde o Destino Já Escolheu82 Capítulo 82 Onde o Corpo Aprende a Lembrar83 Capítulo 83 Onde o Predador Reconhece o Território84 Capítulo 84 Onde o Predador Escolhe o Que é Seu85 Capítulo 85 Onde o Corpo Se Recusa a Esquecer86 Capítulo 86 Onde o Coração Não Reconhece Fronteiras87 Capítulo 87 O Nome Que Desarma o Ceifador88 Capítulo 88 Verdade ou Cerveja89 Capítulo 89 Onde a Cerveja Aprende a Mentir90 Capítulo 90 Onde o Olhar Deixa de Ser Inocente91 Capítulo 91 Onde o Prazer Não Resolve92 Capítulo 92 Onde o Corpo Denuncia93 Capítulo 93 Onde o Desejo Aprende a Falar Alto94 Capítulo 94 A Decisão Substitui o Instinto95 Capítulo 95 Onde o Sangue Volta a Chamar