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eif
séculos de silêncio, de sangue e de segredos que jamais seriam ditos em voz alta, enquanto o céu ci
yama e Hann
a sendo puxada lentamente da bainha, despertando não apenas lem
e e minha
e sem propósito, e decidiram moldá-lo, não em um homem,
que restava de
mo depois de reduzida a pó, e ainda assim, apesar do cenário que exigia luto, meu
ma dessas coisas no dia em que encontrei os corpos dos meus pais abandonados em uma viela escura, mutilados de uma forma que o mundo nunc
ão enxergou uma criança ferida, nem um menino que precisava ser salvo, mas sim uma ferram
em troca, arrancou de mim qualquer traço de fragilidade q
te, o coração en
tença irrevogável, enquanto ele proclamava que aqueles nomes deveriam ser lembrados com honra, e suas palav
io absoluto, com os punhos cerrados e os olhos baixos, porque naquele lugar a dor não
controle, porque naquela família a fraqueza não era toler
e insistia em atravessar aquele ambiente pesado, sem qualquer símbolo bordad
, da ausência de necessidade de afirmação, porque quando alguém não preci
pois eu não dominava absolutamente nada, apenas h
constantemente de que eu não pertencia àquele lugar, nem pelo sangue, nem pela cultura, nem pela história, e mesmo assim
e definitivo, reverberando nas pedras, nos corpos e, principalmente, na mente, como
ma autoridade imutável, que aquela linhagem jamais deveria ser apag
lavras não pass
do a cabeça em respeito e submissão àquela ordem, eu permanecia imóvel,
era o
se sangue, era o
io, era em mim que os s
, era o meu nome que
eif
rpo deixado para trás, a cada missão cumprida sem hesitação, a cada pa
nguém precisou olhar na minha direção, porque todos
o que al
estava acostumado a sobreviver em silêncio, como se o próprio ar tivesse se d
rolados, determinados de uma forma qu
precise
á sa
u
ma Tak
ue não era natural para uma criança, vestida em um quimono branco que parecia grande demais para seu corpo, com as manga
res delicadas, e seus olhos - azuis - carregavam uma estranheza que não pertencia
avia algo mais
ant
nscient
hares que a seguiam, sem buscar aprovação, sem demonstrar medo, c
maneci
ocaram o tecido escuro da minha roupa, algo de
foi
foi
go mui
vi
e quando nossos olhares se encontraram, senti pela
se ela, com uma voz suave que contrastava d
ela revelou um
ara quando o
deveria permanecer distante, intocável, inabalável, mas aquela pe
e eu havia sido treinado
or respeito, mas por incredulidade, porque
or não s
omo guarda, nem como subordinado. Ma
jamais tive ao empunhar uma arma, enquanto ela me observav
em você é -
ixa, áspera, carregada
Sa
ste, como alguém que já
mundo ficasse escuro... o C
sempre soube o que Kenshi havia criado
o pudesse me impedir, Yuna deu
, frági
ado para destruir,
viam repousado em ninguém, firmes, protetoras, quase gentis, co
icar sozinha...
vras não for
uma
te de que promessas naquele lugar não e
assim,
não vai
ra co
m vín
antes de dar mais alguns
te chama
miti sentir algo que não cabi
... pr
necia de joelhos, segurando uma flor em um
via sido criado para servir, para matar e para obedecer sem questionar
e momento... viver p
u
erdade veio outra,
m funeral não é uma b
u teria que quebrar tudo o que fui ensinado a prote
asse... eu não estaria
guerra co
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