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Sempre foi Você

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Capítulo 1 Prólogo – A Flor e a Lâmina

Palavras: 1611    |    Lançado em: 26/12/2025

eif

séculos de silêncio, de sangue e de segredos que jamais seriam ditos em voz alta, enquanto o céu ci

yama e Hann

a sendo puxada lentamente da bainha, despertando não apenas lem

e e minha

e sem propósito, e decidiram moldá-lo, não em um homem,

que restava de

mo depois de reduzida a pó, e ainda assim, apesar do cenário que exigia luto, meu

ma dessas coisas no dia em que encontrei os corpos dos meus pais abandonados em uma viela escura, mutilados de uma forma que o mundo nunc

ão enxergou uma criança ferida, nem um menino que precisava ser salvo, mas sim uma ferram

em troca, arrancou de mim qualquer traço de fragilidade q

te, o coração en

tença irrevogável, enquanto ele proclamava que aqueles nomes deveriam ser lembrados com honra, e suas palav

io absoluto, com os punhos cerrados e os olhos baixos, porque naquele lugar a dor não

controle, porque naquela família a fraqueza não era toler

e insistia em atravessar aquele ambiente pesado, sem qualquer símbolo bordad

, da ausência de necessidade de afirmação, porque quando alguém não preci

pois eu não dominava absolutamente nada, apenas h

constantemente de que eu não pertencia àquele lugar, nem pelo sangue, nem pela cultura, nem pela história, e mesmo assim

e definitivo, reverberando nas pedras, nos corpos e, principalmente, na mente, como

ma autoridade imutável, que aquela linhagem jamais deveria ser apag

lavras não pass

do a cabeça em respeito e submissão àquela ordem, eu permanecia imóvel,

era o

se sangue, era o

io, era em mim que os s

, era o meu nome que

eif

rpo deixado para trás, a cada missão cumprida sem hesitação, a cada pa

nguém precisou olhar na minha direção, porque todos

o que al

estava acostumado a sobreviver em silêncio, como se o próprio ar tivesse se d

rolados, determinados de uma forma qu

precise

á sa

u

ma Tak

ue não era natural para uma criança, vestida em um quimono branco que parecia grande demais para seu corpo, com as manga

res delicadas, e seus olhos - azuis - carregavam uma estranheza que não pertencia

avia algo mais

ant

nscient

hares que a seguiam, sem buscar aprovação, sem demonstrar medo, c

maneci

ocaram o tecido escuro da minha roupa, algo de

foi

foi

go mui

vi

e quando nossos olhares se encontraram, senti pela

se ela, com uma voz suave que contrastava d

ela revelou um

ara quando o

deveria permanecer distante, intocável, inabalável, mas aquela pe

e eu havia sido treinado

or respeito, mas por incredulidade, porque

or não s

omo guarda, nem como subordinado. Ma

jamais tive ao empunhar uma arma, enquanto ela me observav

em você é -

ixa, áspera, carregada

Sa

ste, como alguém que já

mundo ficasse escuro... o C

sempre soube o que Kenshi havia criado

o pudesse me impedir, Yuna deu

, frági

ado para destruir,

viam repousado em ninguém, firmes, protetoras, quase gentis, co

icar sozinha...

vras não for

uma

te de que promessas naquele lugar não e

assim,

não vai

ra co

m vín

antes de dar mais alguns

te chama

miti sentir algo que não cabi

... pr

necia de joelhos, segurando uma flor em um

via sido criado para servir, para matar e para obedecer sem questionar

e momento... viver p

u

erdade veio outra,

m funeral não é uma b

u teria que quebrar tudo o que fui ensinado a prote

asse... eu não estaria

guerra co

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Sempre foi Você
Sempre foi Você
“No impiedoso submundo de Tóquio, onde sangue e lealdade se confundem com destino, Yuna, filha única do temido Kenji Takayama, cresceu cercada por luxo, segredos e violência. Mas sua história com Ethan começou no dia mais sombrio de sua vida. Foi no velório do seu mestre que ele a viu pela primeira vez : uma menina de nove anos, vestida de luto, que, em um gesto inocente e comovente, compartilhou sua dor com ele. Aquele simples ato, puro e infantil, selou o destino de ambos. Ethan, o discípulo do homem que acabara de morrer, jurou naquele instante que protegeria a menina com sua própria vida. E naquele dia, um amor nasceu ali, silencioso, fraternal... e condenado. Com o passar dos anos, o que era devoção se transformou em tormento. O Ceifador, como Ethan era conhecido no submundo, tornou-se o protetor invisível da jovem herdeira. Ele a seguia nas sombras, eliminava ameaças antes mesmo que se aproximassem e guardava para si o fardo de um amor impossível. Para ela, ele era apenas uma lembrança de infância, o "anjo de olhos azuis" que surgiu em meio à tragédia e jamais abandonou seu coração. Para ele, ela era a única razão para ele continuar vivendo. Quando Yuna completa dezoito anos, um novo atentado ameaça a linhagem da família. O tio dela, recebe um aviso: os mesmos homens que mataram seu irmão e sua cunhada estão de volta e agora querem a vida da princesa. Temendo o pior, ele toma uma decisão desesperada: enviá-la para a América, ocultando a verdade para mantê-la viva. Mas Yuna não vai sozinha. Ethan, fiel ao último desejo de seu mestre, parte ao seu lado, oculto sob uma nova identidade, agora como seu professor e guarda-costas. Entre lições, silêncios e olhares que dizem mais do que deveriam, nasce uma tensão impossível de controlar. Ethan luta contra o próprio coração, tentando conter o desejo que o consome cada vez que ela sorri. Yuna, por sua vez, se vê dividida entre o amor puro que sentia por seu anjo de infância e a paixão avassaladora que cresce por esse homem misterioso, sem saber que são o mesmo. A lealdade é lei, e amor é fraqueza. Mas o destino parece ter outros planos. Porque, no fim, não é o inimigo que mais ameaça Ethan e Yuna é o fogo que arde dentro deles. Entre o dever e a paixão, entre a lealdade e o pecado, duas almas marcadas pela violência descobrirão que a guerra mais perigosa não está nas ruas... Está dentro deles.”
1 Capítulo 1 Prólogo – A Flor e a Lâmina2 Capítulo 2 Quando o Silêncio Escolheu um Guardião3 Capítulo 3 A Primeira Fissura na Paz4 Capítulo 4 O Ceifador Desperta5 Capítulo 5 O Nome Que Queima Espíritos6 Capítulo 6 A Marca Que Nunca Irá Sumir7 Capítulo 7 O Lugar Onde Nada é Silencioso8 Capítulo 8 Onde a Sombra Aprende a Andar à Luz9 Capítulo 9 Entre a Máscara e o Sangue10 Capítulo 10 A Sombra que Sempre Esperei11 Capítulo 11 A Sombra que Me Encontrou12 Capítulo 12 Do Outro Lado da Porta13 Capítulo 13 O Homem Que Não Podia Desejar14 Capítulo 14 A Manhã em que Quase Fui Normal15 Capítulo 15 O Homem do Corredor16 Capítulo 16 O Vizinho Que Sorriu Primeiro17 Capítulo 17 Linhas que Não Devem Ser Cruzadas18 Capítulo 18 O Ponto Fraco19 Capítulo 19 O Que Ela Nunca Deve Ver20 Capítulo 20 A Confissão Que Não Deveria Ser Feita21 Capítulo 21 Quando o Corpo Reconhece Antes da Razão22 Capítulo 22 O Homem Que Não Está Aqui Para Ensinar23 Capítulo 23 Entre o Anjo e a Sombra24 Capítulo 24 O Primeiro Olhar25 Capítulo 25 Antes da Colisão26 Capítulo 26 Os Olhos Que Eu Nunca Esqueci27 Capítulo 27 O Controle Entre as Palavras28 Capítulo 28 O Peso de Ser Observada29 Capítulo 29 O nome que me Incomoda30 Capítulo 30 Disciplina é Sobrevivência31 Capítulo 31 O Limite do Controle32 Capítulo 32 O Nome Que Me Desarmou33 Capítulo 33 O Limite Que Não Foi Pedido34 Capítulo 34 O Homem Que Não Pode Avançar35 Capítulo 35 O Que Minha Razão Não Consegue Nomear36 Capítulo 36 O Nome Que Quase Foi Dito37 Capítulo 37 O Peso do Nome Que Não Se Pronuncia38 Capítulo 38 A Lâmina Que Escolheu Amar39 Capítulo 39 A Pergunta Que Não Deveria Ser Feita40 Capítulo 40 A Lealdade Que Me Aprisiona41 Capítulo 41 Onde o Corpo Aprende a Trair42 Capítulo 42 O Que Não Se Pode Ignorar43 Capítulo 43 Quando o Olhar Ganha Voz44 Capítulo 44 A Arma Que Não Foi Feita Para Sentir45 Capítulo 45 O Peso do Desejo Vivo46 Capítulo 46 O Corpo que Não Obedece47 Capítulo 47 O Desejo que Não Aceita Trocas48 Capítulo 48 O Corpo Que Trai49 Capítulo 49 A Promessa Que Fere50 Capítulo 50 Entre Confissões e Desejos51 Capítulo 51 O Desejo que Não se Diz em Voz Alta52 Capítulo 52 A Forma Como Homens Medem Território53 Capítulo 53 Antes Que a Luz Dissesse Não54 Capítulo 54 Entre o desejo e a culpa, nasce a verdade. 55 Capítulo 55 Coisas que o Corpo Conta Antes da Mente56 Capítulo 56 Onde a Vergonha Aprende o Idioma da Raiva57 Capítulo 57 Quando o Olhar Fala por Mim58 Capítulo 58 O Tipo de Jogo que Irrita o Predador59 Capítulo 59 Onde o Proibido Aprende a Falar em Voz Alta60 Capítulo 60 Onde a Liberdade Vem com Sobrenome61 Capítulo 61 Sombras Não Decidem62 Capítulo 62 O Ronin Não Pede Permissão63 Capítulo 63 Não Há Ordem Para um Ronin64 Capítulo 64 O Ceifador Não Caminha em Vão65 Capítulo 65 Quando o Nome Dela Acorda o Demônio66 Capítulo 66 Antes de Ser Vista67 Capítulo 67 O Risco Que Eu Escolhi68 Capítulo 68 Aquilo Que Nem o Sangue Resolve69 Capítulo 69 Antes Que a Noite Escolha70 Capítulo 70 Onde o Olhar Antecede o Ataque71 Capítulo 71 O Momento Antes do Erro72 Capítulo 72 O Erro Que Aprendeu a Esperar73 Capítulo 73 Onde a Humanidade se Torna Fraqueza74 Capítulo 74 O Idioma Que Apenas o Medo Entende75 Capítulo 75 O Que Meu Corpo Lembrou Primeiro76 Capítulo 76 Onde a Certeza Começa a Doer77 Capítulo 77 Comprovando...78 Capítulo 78 Onde o Silêncio Aprende a Sangrar79 Capítulo 79 Onde o Desejo Aprende a Falar Alto80 Capítulo 80 Decisões81 Capítulo 81 Onde o Destino Já Escolheu82 Capítulo 82 Onde o Corpo Aprende a Lembrar83 Capítulo 83 Onde o Predador Reconhece o Território84 Capítulo 84 Onde o Predador Escolhe o Que é Seu85 Capítulo 85 Onde o Corpo Se Recusa a Esquecer86 Capítulo 86 Onde o Coração Não Reconhece Fronteiras87 Capítulo 87 O Nome Que Desarma o Ceifador88 Capítulo 88 Verdade ou Cerveja89 Capítulo 89 Onde a Cerveja Aprende a Mentir90 Capítulo 90 Onde o Olhar Deixa de Ser Inocente91 Capítulo 91 Onde o Prazer Não Resolve92 Capítulo 92 Onde o Corpo Denuncia93 Capítulo 93 Onde o Desejo Aprende a Falar Alto94 Capítulo 94 A Decisão Substitui o Instinto95 Capítulo 95 Onde o Sangue Volta a Chamar96 Capítulo 96 Onde a Sombra Vem de Dentro97 Capítulo 97 O Preço de estar Sozinha98 Capítulo 98 Os Fantasmas saem a Luz99 Capítulo 99 A Verdadeira Face da Morte100 Capítulo 100 O Passado Me Alcança