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Prisão do Amor, Afogado em Falsidade

Capítulo 8 

Palavras: 491    |    Lançado em: 26/12/2025

Bast

coando e re-ecoando as verdades amargas. Quando Arthur finalmente abriu a porta, seus olhos, por um momento

sas. Você sempre estraga. - Ele fez uma pausa, evitando meu olhar. - Assim que o bebê nascer, teremos um casamento de verda

um zumbido sem sentido. Recuei quando ele tentou tocar m

untou, um toque de desespero em sua

ntemente firme. - E quero um jantar de boas-v

Mas então, ele viu. A faísca fraca em meus ol

, Alana. E

le me pediu em casamento, a livraria onde passamos horas perdidos em palavras. Mas cada lugar parecia oco, um cenário para uma peça que h

s pela Baía de Gua

isse, minha voz plana. -

ma expressão estranha em

elefone dele tocou. Ele h

se ele, sua voz tensa.

baixinho, já a

a sido virada, derramando seu conteúdo. Fotos. Nossas fotos. Arthur e eu, rindo, de mãos dadas, nossos rostos jovens e cheio

ão, lenta e dolorosamente, levantei-me. Encontrei um balde de metal, um isqueiro. Uma por uma, alimentei as fotos às chamas, observando-as se curvare

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Prisão do Amor, Afogado em Falsidade
Prisão do Amor, Afogado em Falsidade
“Cumpri cinco anos de prisão pelo meu noivo, Arthur, para salvar a empresa que construímos juntos. No dia em que saí, o encontrei em um iate, casando-se com uma mulher que era a minha cópia exata. Ele me disse que o posto de Sra. Montenegro ainda era meu, mas quando sua nova noiva, Evelyn, nos arrastou para o oceano, ele passou nadando por mim para salvá-la, me deixando para morrer afogada. Ele me levou para sua casa apenas para me forçar a servir a mulher que roubou minha vida. Quando ela deliberadamente queimou meu braço com mingau quente, ele gritou comigo. - Você é um animal! Ele estava me destruindo por uma mulher e uma criança que ele acreditava serem seu futuro. A traição suprema. Mas então eu encontrei seu laudo médico. Arthur era estéril. O bebê não era dele.”