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e deve entregar sua prime
ue sua chance para isso hav
he diziam para correr, mas seu corpo fraco e desorientado não era capaz de se move
dentes e tentou esconder o medo que sentia. Sua voz estava se
rou por um instante,
se passado até que tudo acabou, j
azia. A cama bagunçada e a dor em seu corpo lhe diziam claramen
acabou sendo uma armadilha. Deram-lhe uma bebida atrás da outra até que e
Julian Nash, seu marido, que havia acabado de voltar de uma viagem de negócios. Ela lhe enviou várias mensagens
dele não paravam de ecoar
a destruído todo o amor que eles compartil
da cama. Uma risada amarga escapou enquanto a
o de visitas deslizou d
entamente e, no instante em que v
Grupo
passada. No entanto, de todas as coisas que ela poderia ter imaginado
n teve algo a
.
atos que conhecia muito bem: Julian estava de volt
o simples, sua confiança natural e aparência marcante se sobressaíam. Com
rranca se formou entre suas sobrancelhas. Seu olhar
ele perguntou
apenas o
ância. Há três anos, quando o pai de Julian estava à beira da morte, ela foi a doadora d
esejo para se c
eria fazer o casamento dar certo, que até um homem e
ian, ela não passava
três anos, ele esperava que ela o servisse e cuidass
eitou tudo iss
precisar de um teto, mas de amor. Ela queria que ele a amasse. Assim, por mais frio qu
ite anterior, ela não ti
que isso tinha a ver com a família dele. Ela havia entrado naquela casa pronta para confrontá-lo,
nsa por tudo o que hav
pegando a camisa e a gravata que ela havia separad
indiferente: "Pare de ficar parada aí. Vá pre
eve firme, sua voz baixa, mas const
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