A Coleirada do Alfa: Rejeitada e Renascida
Vista d
tica. Uma tempestade vinda d
fei
ha, vestida de emp
blioteca com Gui
ante. Quieta demais. E aquela coleira
tou, embora sua voz estivess
untou. "Ou ela está que
ana e fraca! Se eu a reivindicar, os Anciões a d
gendo até a morte"
ra o t
nções em um vestido vermelho-sang
giu um tropeço e derr
ara você. Limpando a ba
purrou. C
molhada e caí para tr
saiu c
acont
Isabella chorou. "El
na lama, a coleira brilhando. E
não podia ficar do lado
le latiu. "Suma
rou o
uma coisa estúpi
eu em torno
entrar,
raram a
lama. O frio se in
zz
lar desc
erta. Setor
:0
ntei
e atingiu. Não era
m. Minha visão se aguçou, rastre
se alongara
ra
ava mais se escondendo
estava tremendo de frio;
rsário, Dant
ara a f
humana. Movi-me com um
endo em direçã
ofia, a órfã. Eu
escorregadia,
tornozelos. Anestesiou minha pele e deixou minha loba le
ímetro. Quatro metros
oelhos cavavam sob a fundaçã
. O concreto arran
outro
erd
esperava na est
queimavam com a feb
se destacou
l
sta marrom enorme, rosnand
e reconheceu. O anima
s mandíbula
ã
me en
subiu mais quen
", eu
ue Dante usava quando comandava as legiões. Joguei
nergia explod
tinto superou o dever. Confrontado com a frequ
abo entre as pernas
nei. Mergul
ai
em direçã
a fronteira
o cruzar fronteiras estaduais
n
ei, agarrand
inha alma. O zumbido de fun
rio, silênc
ão... o
z em dez anos, e