SIMPLESMENTE JOHNNY- Entre o Amor e a Máfia
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is seguranças imóveis e uma mulher loira, alta, elegante demais para aquela hora da noite, conversava com quem entrava e saía. A coragem só veio
detalhe. - Você não tinha um sapato melhor, minha filha? - perguntou, sem disfa
tras ou desenhos em japonês, e também um tipo de luminár
nchia o ar, como trilha sonora de filme antigo. A iluminação baixa criava sombras elegantes, mesas de vidro re
apatos altos, lindos. Há muito tempo eu não usava um sapato como aquele, eu e Jorge estáva
rindo de leve, puxando a manga de blusa 3/4 que eu usava. Se a minha auto estima já estava mais baixa
le closet para alguém com alguma emergência ou alguma pobretona como eu, que não tinha nada para vestir. Alí não hav
ão. Enquanto falava das regras da casa, minha cabeça girava , pela cerveja que tomei pra dar coragem de entrar ali , pelo medo, pela certeza d
ro. O aluguel atrasado. Três semanas procur
e deixou sem nada! E só percebi dias depois pelo extrato da conta conjunta e pelas contas de cada sem pagar, condomínio, aluguel, enfim. Depois
om taças reluzentes. Minhas pernas tremeram. Vi uma mesa vazia perto da port
osa- o bafo era de guarda-chuva mol
na frente do senhor que se aproximou. O senhor não disse nada
os olhos arregalados me m
o convite trazendo as mãos nas minha
disse ao barma
sou
espondi me a
ços fortes, orientais, a voz mansa. A postura, modo de se exp
redor, onde tantas mulheres bonitas circulavam, e eu... eu só uma menina do interior, tentando
via perdido o control
passou discretamente e
dizer?.Que era um bom
Vam
rguntar, o desespero já
as pensei que possivelmente seria pelo meu jeito de pobre m
ros homens chegaram, orientais também . Houve um cumprimento cordial, entre todos. Ao sairmos, o manobrista já chegava com o carro. Lu
vel, aquela noite realmente se sobressaiu a tudo o que esperava, não imaginei tudo i
ogiou pela calma, pela educação. Detestava escândalos, enquanto colocava as chaves Eva carteira em cima do aparador e tirava o blazer impecável. N
nte outr
arde. Suas costas tatuadas contrastavam com a serenidade dos olhos dele. Um dragão negro, imponente, emergindo da água. Passei os dedos com curiosidade. Ele despertou. - Gosta de tatuagens? Sorri, enverg
m?- perguntou
s, nua sem escape, totalmente exposta nos
is intenso, mais profundo. Havia domínio, mas ta
estida, um envelope tirad
abriu. E eu pensando que estávamos sozinhos. Um rapaz devia ter a mesma
m adeus, mas só vi as costas tatuadas vo
assim? Me
Silêncio absoluto. Apenas ped
ado - não hou
r o que eu ainda tentava compreender. A luz baixa do corredor me guiou até o qu
lembrei d
a muito além do que a Mara , a recepcionista comentou que era de costume dos clientes pagarem , tipo uma tabela de preços, algo neste sentido. Chorei quieta. P
a mente desperta. O perfume dele permaneci
com imponência, como se tivesse vida própria. As garras abertas, as ondas escuras na base, os tons avermelhados nas pontas. P
ânico. Havia algo quase íntimo
tuta, uma garota de programa agora. Por certo tive algo de sorte, certamente
, um detalhe voltou com força inesperada, eu me lembrei
oh
nha, já à b
nês se ch
impor
noite, eu