Um Pacto Renovado com o Presidente
cia, Leland congelou - por apenas uma fração de segund
s estava quase nua, com
astado pelo choque e pela curiosidade, e
entamente, ele ergueu o olhar e o seu colidiu com o dela - olhos mar
ele - literalmente - após pula
violento percorreu sua espinha. Chocada, ela ergueu a cabeça
e. Sua mão disparou, os dedos se fechan
", ela sibilou, a voz baixa
tranha e arrebatadora. Os olhos dela eram frios e implacáveis
ravam inutilmente ao corpo, e c
m com muita intensidade e se ofereciam com muita facilidade, e
rando combustível. Pela primeira vez em ano
z disso, passou um braço em volta de s
sse calmamente, seu tom irritantemente sereno, com um leve toqu
anj
deria"arranjar" ela - a
homem estava co
as se franziram. Ela já calculava a forma mais lim
ível em brasas. A força se esvaía de seus membros, os músculos enfraquecendo à m
a, estava presa nos braços de um homem que
lutando contra a atração
iu reunir. "Fui drogada. Se eu acabar transando com você, a responsabilida
piro lento, um misto
com ele daquele jeito! Não
der, Valerie girou nos calca
osamente pelo teto. A banheira já estava cheia, a
aneamente. O corte em seu pulso direito ardeu intensamente enquanto o sangue escorria
anheiro, pegou sua mão ensanguentada e falou em um tom baixo, ma
ta vez se enganchando firmemente atrás do pescoço dele. Em um movimento r
o travou em volta da cintura dela enquanto ele a beijava de volta, profun
tro do roupão dele, pressionando
es, movidos por desespero em vez de desejo en
murou contra os lábios dela, a
ndeu contra a parede, segurando-
eslocou o peso, cravou o joelho com força na coxa dele,
o, ela se sentou sobre o quad
açavam, quentes e descompassadas, o espaço estreito entre el
er tudo quando um celular to
Valerie, que saiu de cima dele e cambaleou para trás, se a
ia número um! Como uma dose de afrod
linou em sua direção novamente, com a
esquerda no ferimento do pulso direito, abrindo-o e fazendo o sangue fresco e
rir apenas para recuperar o controle. Ele franziu a t
entemente por seu calor, revoltada por qu
te mato!", rosnou
ábios dela. O gosto lhe disse tudo - um antídot
ou, o domínio sobre si afrouxando até
cobertor e então chamo
mechas emaranhadas que, de alguma forma, a faziam parecer frágil. Contudo, as cicatrhado do rosto dela e permaneceu ao seu lado, pression
depois, a po
á havia sido escoltada pel
hão. Ao ver Valerie inconsciente, seus olhos se arregalaram. "Caramba! Ela
?", a voz de Lela
linou para examinar o pulso de Va
teria sangrado até a morte. Ela precisa de pont
ra a minha sala médic
sivo. Se o senhor a levar para lá, as pessoas vão presumir que
aixando-se, ele pegou Valerie n
hóspede restava - apenas funcionários e sua equipe
do Valerie com o rost
ulhou em um sil
pelo espaço, cada um pesado o suficiente para