O Casamento Que Nunca Aconteceu
planejou
iou chamadas, fingiu para si mesma que o silêncio era proteção suficiente. Ma
ado em frente à casa qu
rtou, não de sauda
everia estar de terno diante de um altar. O rosto parecia abatido, os olhos fundos, a barba
rou por u
rou f
egu
ar - ele disse assim
io a seguiu, fechando atrás de si com cuidado excessivo,
entre eles
le, passando a mão pelos cabelos. - Mas as
rou-se le
destruída dias antes. - Você não apareceu no nosso casamento. Me
goliu e
mal - disse. - Eu ach
tável me perde
aminhou alguns passos pela sala, co
Nada daquilo. Mas você sabe o que ela
na interrompeu.
o que d
sa
escolhido isso? - insistiu ele. - Eu estava div
pequeno sorr
as em que qualquer escolha machuca alguém.
anziu
não é
ê me deixou esperando diante de cento e cinquenta pessoas. Me transformo
a quis te
humi
voltou a
espiro
im. - Não foi o fim de tudo. A gente pode...
u algo se qu
espere - disse, d
não
foi suf
ontinuou ela. - A que espera enqu
um passo
preciso
eciso de
riu a
embora
hesi
ele
etiu, sem e
o s
e o dia do casamento, ela
da rua, algu
para chamar atenção, mas atento o suficiente para perceber
Fer
onhecia. Não pessoalmente - não ainda -, mas o suficien
to profissional, um compromisso rápido, algo
permanec
air com o r
porta com firmeza dem
lo o i
ma mulher
er tentando
o se ap
nterf
rgunto
levando consigo a imagem daquel
sim perman
s costas na porta
que estava s
perceber, o destino começ