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A Cor do Nosso Reencontro

Capítulo 7 O Gosto do Primeiro Pigmento

Palavras: 775    |    Lançado em: 25/01/2026

ira fria, sentindo o coração galopar contra as costelas, um ritmo frenético que ela não conseguia controlar. A revelaçã

s desertas de Valverde do Sul. O encontro reabrira feridas que ela acreditava terem cicatriza

ez em anos, mergulhar na memória que sempre tentava

e. O som da chuva nas telhas de barro era a trilha sonora para a bagunça de telas e molduras antigas. Ísis estava tentando pintar o reflex

e já parou, Gió? - ela perguntou, com um p

egunda chance de funcionar, Ísis - ele resp

inha uma mancha de tinta no nariz e o cabelo preso em um coque desleixado. Giorgio soltou as

polegar do rosto dela. Mas ele não limpou a tinta. E

tade. Foi o momento em que Ísis percebeu que nunca mais conseguiria pintar uma tela sem procurar o cinza dos olhos

ante de couro com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos. O perfume de Ísis ainda estava em suas

pondeu ao beijo, as mãos pequenas dela sujando a camisa dele de tinta. Naquela tarde, ele não queria ser o herdeiro do

dissera ter "extraviado". Ele escrevera sobre o frio da Suíça, sobre como a arquitetura moder

orgio, o peito ardendo, "ela passou

ilêncio era um veneno que começava a circular em suas veias. O reencontro não fora apenas um choque; fora uma ressurreição. O G

ade voltou. Ele tinha um acordo com Soraya. Tinha um legado a proteger.

apenas o lugar onde ele trabalhava; era o campo de batalha onde ele teria que decidir se continuar

dade. Ela pintou uma mancha azul cobalto no centro de uma tela branca

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A Cor do Nosso Reencontro
A Cor do Nosso Reencontro
“Em Valverde do Sul, as lembranças de um amor de juventude são as únicas cores que o tempo não conseguiu desbotar. Ísis Buonavitta e Giorgio Cezario foram, um dia, o porto seguro um do outro, até que as ambições familiares e as curvas da vida os lançaram em direções opostas. Dez anos depois, o reencontro acontece sob luzes muito diferentes. Giorgio é agora o implacável CEO das Empresas Cezario, um homem moldado pelo dever e pelo pragmatismo, com o futuro traçado ao lado de Soraya Sousa, uma jovem da alta sociedade cujo interesse pela sua fortuna só é superado por sua petulância. Ísis, por outro lado, retorna à cidade como uma talentosa artista plástica, armada apenas com seu cavalete e o sonho de abrir sua própria galeria. Quando ela descobre que o imóvel ideal pertence ao império do homem que partiu seu coração, o confronto é inevitável. Entre telas vibrantes e relatórios frios, eles descobrirão que o passado nunca foi totalmente enterrado. Conseguirá o cinza do mundo corporativo apagar o brilho de uma paixão antiga? Ou a arte de Ísis será capaz de devolver a cor à vida de Giorgio? Uma história sobre as segundas chances que o destino pinta, mesmo quando tentamos seguir em frente.”