Abandonada no Altar
asquez
me que eu mais amava e o que eu mais o
ria a senh
da mais. Mas será que eu conseguiria viver muitos anos sem um amor? Ou será que um dia nos apa
ecia pr
cação mal piscou na tela antes de eu atender. Era sempre ele o primeiro a se preocupar
endi. - Você me doou toda a sua parte da herança? Vai
O carro preto que me conduzia pelas ruas de Florença p
zer isso, Diego.
omigo, tinha opções. Elena, você estava destruída e agora vai se
gundo, mas me recompus. - E você sempre disse que não queri
a no altar e está correndo para se casar de novo? E
sse as du
lizada nos stories de centenas de convidados, eternamente lembrada como a noiva que ouviu um "não"... isso não era
fim, num tom mais calmo, cansado. - E que, se isso der
murmurei, com um
a frente com sua arquitetura histórica e elegância atemporal. Era um
ras escuras, e um jardim perfeitamente cuidado. Era tudo luxuoso, sofisticado, e ao mesmo tempo
. Vestia-se como alguém que administrava
e aceno de cabeça. - Sou Céline. Governanta
o. O salto afundou levemente no cascalho da entra
mármore sob nossos pés. Seus olhos cinzentos me estudaram co
e com um leve sorriso. Não havi
da, senh
vimento de cabeça. - A menos que
ótimo. - respondi, te
tipo de presença que dominava qualquer sala. Eu me sentia como alguém que estava pres
de discutirmos os termos da
tudo agora. Assim já sei
dele se ergueu em algo
forrado por estantes de madeira escura e livros encadernados em couro
os casamos por amor, mas não aceitarei desrespeito ou escândalos. V
o a taça. - Est
ero que finja algo que não sente. Mas quero honestidade. Se quiser p
tend
. Se você aceitar este casamento, terá minha proteção, meu nome, e minha aliança. Mas eu exijo fide
o. Um pacto entre duas almas feridas demais pa
dele. - Desde que você prometa não me tratar como
inclinou l
stimo uma ra
nunca planejei ser: esposa de um estranho, filha de uma aristocracia que me abandonou, e pro
.