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Casando com o Pai Poderoso do meu Noivo Fugitivo

Capítulo 4 4

Palavras: 822    |    Lançado em: 29/01/2026

ão de Festas se abriram

ar estava denso com o aroma d

var a filha até o altar, paralisou. Sua boca se abriu. A equip

her se movia com a graça de um predador. Sua passada e

itoso de um casamento; era o silêncio confuso e aterrori

s. Sussurros se espalharam pelo

não é o

é... o

De

área da imprensa. Eram frenéticos, em rápida sucessão, criando um ef

segurar uma viga de aço. Ele não sorriu. Ele não acenou. Ele olhava f

to dos Holland há vinte anos, parecia que queria estar em qualquer outro lugar. Ele olhou

primeira fileira,

lencioso. Ele ficou ali, pálido como um fantasma, encarando Fletcher com medo puro e genuíno

lhos em Pierce. Ele não disse uma palavra, mas

e se

pulou o preâmbulo sobre amor e c

hou, mas depois se firmou. - Você acei

De perto, seus olhos eram impenetrávei

iz se virou para ela. -

mente seu sogro. Ela olhou para além dele, para a multidão, para

la. Sua voz soou,

ças - murm

estava com as alianças.

aliança de casamento. Ele tirou seu próprio anel de mindinho - um

u dedo anelar, onde teria ficado frouxo. Em vez disso

vo. Uma algema. Era uma declaração que gritava mais alto do que qualquer diamante: Ela está sob minha prot

fez uma pausa, o peso do absurdo

"Pode beij

essionou um beijo seco e casto em sua testa. Durou menos de

ele murmurou, baixo o suficiente para qu

para encara

rados pelos membros do conselho que perceberam que suas opções de ações estavam seguras. Depois,

ner, a mãe de Jameson e viúva do falecido irmão de Fletc

ou o olhar. Ela sorriu - uma pequena e gé

vítima, Addyson. E

seu braço. - An

das luzes piscantes e dos rostos atônitos, de

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Casando com o Pai Poderoso do meu Noivo Fugitivo
Casando com o Pai Poderoso do meu Noivo Fugitivo
“No dia do meu casamento, enquanto eu encarava meu reflexo num vestido que valia uma década de salários, meu celular vibrou. Era uma notificação do Instagram. Jandir, meu noivo, acabara de postar uma foto no aeroporto de Paris com a legenda: "Foda-se as correntes. Buscando a liberdade." Ele não estava atrasado. Ele tinha fugido, deixando-me para enfrentar quinhentos convidados da elite e uma fusão bilionária que dependia daquele "sim". Meu pai não se importou com minha humilhação. Ele invadiu o quarto em pânico, pronto para me vender para Péricles, o primo asqueroso e bêbado de Jandir, apenas para salvar o acordo financeiro. Naquele momento, matei a garota romântica dentro de mim. Se eu tivesse que ser vendida, seria para o dono do dinheiro, não para as sobras. Levantei a cabeça, enxuguei as lágrimas que nem chegaram a cair e marchei até a sala VIP onde Fausto Holanda, o pai do noivo e o homem mais temido do mercado, aguardava. Invadi a sala, tranquei a porta e joguei o iPad na mesa dele. "Jandir fugiu," informei, vendo o cálculo frio em seus olhos cinzentos. "As ações vão despencar amanhã." Ele não se abalou. Mas eu tinha uma solução. "Case comigo," propus, sustentando o olhar dele. "Eu salvo a fusão, limpo a bagunça do seu filho e garanto que ninguém tente te usurpar." Fausto sorriu, um sorriso de predador. Meia hora depois, o mundo entrou em choque quando entrei no altar de braços dados com meu ex-sogro. Agora, sentada na cadeira da matriarca, atendi o telefonema de Jandir chorando porque seus cartões foram recusados em Paris. "O cartão está cancelado, Jandir," eu disse com prazer. "E não me chame de Estela. Nesta casa, hierarquia é tudo. Agora, eu sou sua superior."”