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Casando com o Pai Poderoso do meu Noivo Fugitivo

Capítulo 5 5

Palavras: 956    |    Lançado em: 29/01/2026

psula de silêncio e couro. Os vidros fumê transformaram o enxame caót

traseiros e o do motorista

o, o espartilho de seu vestido cravando em suas costelas. Ela estendeu a mão e arranco

refrigerador embutido no console do assento e pegou uma garraf

a. Olhou para o celul

- dis

nalina estava despencando, deixando-a fria e vazia. E

rente. - Estamos a caminho da propriedade nos Hamptons,

la, com a voz rouca. - Nós nã

avras saíram de sua boca

eve incredulidade. - Eu tenho três reuniões do conselho am

isada curta e amarga

oltando-se para o celular. - Quanto antes v

nte da cidade desaparecer entre as árvores de Long Island.

e Holland, o sol estava se pondo. A casa era uma monstruos

estava esperando nos degraus. O mordomo, as empregadas, os jard

ereceu a mão. Abotoou o paletó e camin

de tule, arrastando-se para fora do ca

. Ele se virou, sua silhueta níti

o ar da noite. - Não deixe que os funcionários a

xo. Juntou o vestido com as duas mãos e sub

ndo a cera de abelha e dinheiro antigo. Fletcher não paro

m tons de ardósia e carvão. Não havia fotos. Sem toques pe

r apontou para uma porta à es

arto, agarrando seu véu. A

tou, o rosto esquentando.

aduras. Ele fez uma pausa. Largou as pe

eus olhos percorreram o corpo

lentamente. - Se quiser que os tabloides publiquem

- disse Estella. - E

e parou a uns trinta centímetros dela,

disse ele. - E não contém

piscou.

ele, com a voz brutalmente calma. - E não impus uma a mim mesmo porque não me importo o suficiente

tempo. Ele estava dizendo que ela estava se

m direção ao banheiro. - Não toque nos a

fechou com um clique.

no quarto. Ela olhou p

i. Um American Express C

e com a caligrafia níti

senha é a data em qu

ário dela - ele não sabia o aniversário dela e não se importaria em adivinhar. Ele

o banheiro. Traçou os nú

- Você quer uma sócia? Vo

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Casando com o Pai Poderoso do meu Noivo Fugitivo
Casando com o Pai Poderoso do meu Noivo Fugitivo
“No dia do meu casamento, enquanto eu encarava meu reflexo num vestido que valia uma década de salários, meu celular vibrou. Era uma notificação do Instagram. Jandir, meu noivo, acabara de postar uma foto no aeroporto de Paris com a legenda: "Foda-se as correntes. Buscando a liberdade." Ele não estava atrasado. Ele tinha fugido, deixando-me para enfrentar quinhentos convidados da elite e uma fusão bilionária que dependia daquele "sim". Meu pai não se importou com minha humilhação. Ele invadiu o quarto em pânico, pronto para me vender para Péricles, o primo asqueroso e bêbado de Jandir, apenas para salvar o acordo financeiro. Naquele momento, matei a garota romântica dentro de mim. Se eu tivesse que ser vendida, seria para o dono do dinheiro, não para as sobras. Levantei a cabeça, enxuguei as lágrimas que nem chegaram a cair e marchei até a sala VIP onde Fausto Holanda, o pai do noivo e o homem mais temido do mercado, aguardava. Invadi a sala, tranquei a porta e joguei o iPad na mesa dele. "Jandir fugiu," informei, vendo o cálculo frio em seus olhos cinzentos. "As ações vão despencar amanhã." Ele não se abalou. Mas eu tinha uma solução. "Case comigo," propus, sustentando o olhar dele. "Eu salvo a fusão, limpo a bagunça do seu filho e garanto que ninguém tente te usurpar." Fausto sorriu, um sorriso de predador. Meia hora depois, o mundo entrou em choque quando entrei no altar de braços dados com meu ex-sogro. Agora, sentada na cadeira da matriarca, atendi o telefonema de Jandir chorando porque seus cartões foram recusados em Paris. "O cartão está cancelado, Jandir," eu disse com prazer. "E não me chame de Estela. Nesta casa, hierarquia é tudo. Agora, eu sou sua superior."”