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Casando com o Pai Poderoso do meu Noivo Fugitivo

Capítulo 6 6

Palavras: 799    |    Lançado em: 29/01/2026

ável, os lençóis sem uma ruga, como se Fletcher não tivesse dormid

deslizou para fora da cama e encontrou um roupão de seda no closet - um

se aproximava da grande escadaria, o som de louça tilintand

escondida pela sombra

vam tirando o pó do

asar com ele. Dizem que ele não tem sido..

o. Nenhuma mulher em dez anos? Ele provavelmente tem alguma lesão n

s lábios. Ela sabia desse boato há anos. Era uma das variáveis-chave em seu algoritmo de avaliação de risco antes de en

de segurança. Significava que seu novo marido provavelme

deliberadamente na t

rrubando seus espanadores. Elas empal

por elas de cabeça erguida.

om uma camisa branca impecável e um colete cinza. Ele estava lendo o Wall Street Jour

xtremidade oposta da mesa -

tcher perguntou se

Ela desdobrou o guardanapo. "As emp

aparador servindo suco, engasgou

lla através da extensão de madeira polida. Seus olhos se estreitar

e perguntou, a

dente arruinou seu encanamento. Na verdade, é uma teoria bem popular. Explica por que uma jovem de

inou para a frente, apoiando os cotovelos na mesa.

guntou suavemente. "Por eu não ter

seu encanamento, Fletcher. Eu me importo com a utilidade da mentira. Se todo mundo pensa que vo

retumbou em seu peito. Era um som enferrujad

. "Deixe que falem. Isso ma

isse Estella. "

encosto da cadeira. Ele caminhou por toda

boca estava a centí

ssurrou. Sua voz baixou para um registro que vibro

ndeu em um sopro,

-se como a mulher que é dona do home

oçando o ombro dela - um toq

sete", ele disse

o martelando contra suas costelas. Ela tocou a

i. Ele era perigoso.

Nina, que ainda es

a ordenou. "E consiga para mim o

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Casando com o Pai Poderoso do meu Noivo Fugitivo
Casando com o Pai Poderoso do meu Noivo Fugitivo
“No dia do meu casamento, enquanto eu encarava meu reflexo num vestido que valia uma década de salários, meu celular vibrou. Era uma notificação do Instagram. Jandir, meu noivo, acabara de postar uma foto no aeroporto de Paris com a legenda: "Foda-se as correntes. Buscando a liberdade." Ele não estava atrasado. Ele tinha fugido, deixando-me para enfrentar quinhentos convidados da elite e uma fusão bilionária que dependia daquele "sim". Meu pai não se importou com minha humilhação. Ele invadiu o quarto em pânico, pronto para me vender para Péricles, o primo asqueroso e bêbado de Jandir, apenas para salvar o acordo financeiro. Naquele momento, matei a garota romântica dentro de mim. Se eu tivesse que ser vendida, seria para o dono do dinheiro, não para as sobras. Levantei a cabeça, enxuguei as lágrimas que nem chegaram a cair e marchei até a sala VIP onde Fausto Holanda, o pai do noivo e o homem mais temido do mercado, aguardava. Invadi a sala, tranquei a porta e joguei o iPad na mesa dele. "Jandir fugiu," informei, vendo o cálculo frio em seus olhos cinzentos. "As ações vão despencar amanhã." Ele não se abalou. Mas eu tinha uma solução. "Case comigo," propus, sustentando o olhar dele. "Eu salvo a fusão, limpo a bagunça do seu filho e garanto que ninguém tente te usurpar." Fausto sorriu, um sorriso de predador. Meia hora depois, o mundo entrou em choque quando entrei no altar de braços dados com meu ex-sogro. Agora, sentada na cadeira da matriarca, atendi o telefonema de Jandir chorando porque seus cartões foram recusados em Paris. "O cartão está cancelado, Jandir," eu disse com prazer. "E não me chame de Estela. Nesta casa, hierarquia é tudo. Agora, eu sou sua superior."”