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O amor de um viúvo

Capítulo 3 Armadilha mortal

Palavras: 1918    |    Lançado em: 29/01/2026

ntecesse com ela, ela não tinha com quem deixar a outra, e en

deu tudo de si p

da mãe e talvez sua constituição física, mas eles ainda eram muito pequenos para saber disso, porque sendo gêmeos e apesar d

grande, que foi o que enlouqueceu Mateo no início, cabelos pretos com

er muito bonita, sem s

ue ele se lembra tão

cial, não era seu ani

onsabilidade por suas filhas,

foi deixado para passar algum t

e que seu irmão a u

ele não te

stava com s

para jantar e Mateo saía depois que suas filhas pequenas estavam dormindo,

s, ele saía com Gustavo, seu parceiro,

ão ou para tomar um drinque em algum lugar onde

pai que se encarregava de lhes oferecer o café da manhã, se ele não tive

ara um parque, para uma pequena caminhad

seu pai e irmão por todo o apo

i uma ideia de seu pai, e Mateo ad

e era lavada pela senhora que os a

oupas eram pequenas demais para elas, então tinham que sair

Tentei fazer com que fossem de cores diferentes, mas isso não foi

cil, às vezes ela ia com o irmão e às vezes co

geralmente voltava com o número de t

quando estava com suas filhas,

il ser pai solt

eu tenho que estar d

ue se aproximaram dela descaradamen

ao seu lado, é como se a

ser semp

r um homem, apenas r

har para as mulheres, ele as via qua

raças a seu pai que cuidou de suas

a sogra anterior,

ambém nunca o

mas as meninas não tinham culpa, ela

estiveram juntos, Liliana o fez com pílulas, então Ma

ex-sogra e ex-cunhada tinham

em deles, eles tinham o suficiente

-las. Ele entendia que os primeiros dias foram dominados pela dor de perder

mantê-lo, pelo menos sua irmã devia saber disso, talvez pensas

pouco, apesar do número de anos em q

muito bem e deveriam saber qu

s não precisavam implorar por afeto de pessoas tão desinteressadas quanto a própria mãe d

é grato por eles não fazerem

ua vida íntima tão separada q

ivamente dele e ele e

s funcionárias de seu escritório, tent

lunas na faculd

rando em sua cama, s

e como isso o fazia se s

nha reprimindo

, ele ficou perplexo, mas sentiu o

sim, mas era m

as e ele não sentia por nenhu

erigoso nele que o dei

ferente, m

oso beijar

le era algo com que

raído por ela sem poder evitar, mas o

sabia que nada

ia lhe ofe

ro e colocava suas fi

e para ter uma parceira, uma na

cer nada, pois não iria

o atraído pela garota

guia tirar de seu corpo a sensação

oucura pe

ais, ele não sabia exatamente, mas tin

dormir, seu rosto, seus beijos, sua

sua boca era uma

xar passar algum

próxima aula, era i

ansavelmente d

eixou as crianças na c

ã inteira quando

que intervir em uma d

mas foi pego em uma

e ele sempre foi o

stavo lhe perguntou o que havia de

ardim de infância, deu-lhes u

eram um fardo para ele, mas ele sabia que

r um relacionamento

filhas, nem pa

star em um casal em vez de andar por aí, mas de algu

com uma mulher que não amava de verdade,

que eu era irascível e não tinha concentr

a encontrá-la

ntou e fugiu como

te ficar tão fora de

de errado co

va confusa com a

mo se sua vida

penetrante dele, quase a despind

ele desvio

rtamento de pesquisa apenas porque

o, ele era um home

u muito em

oximou de um alu

ia, como se houvesse uma ba

ntrig

claro, Leandro era muito m

as da faculdade e, em várias ocasiõe

que não caísse a seus pés q

estava mais calmo, an

le não era assim antes, era um cara muito mais alegre, não era mulhere

um cara triste, apenas parecia t

evia ser casado, embor

volta com avidez,

ligação de uma pe

ogiou, ou al

uma na

ida, se antes era um homem de quem ela gostava, a partir daque

uistá-lo de

era casado, embora isso esti

ar morando com alguém, mas também n

dado por um homem que

ue ligou para ele e que

e poderia lhe dar as in

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