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Meu vizinho meu tormento

Capítulo 3 A moral de meu pai

Palavras: 1582    |    Lançado em: 02/02/2026

l de m

e me encontrasse subindo no tanque, ela é tão estúpida que ainda deve pensar que o mundo gira

que pela primeira vez e meu pai me perguntou

, você

mbro da voz

es anos, era ser visto, pois Solange

e eu estava fazendo, eu a estava espionando, mas sem querer, porque foi por ac

a do corpo daquela garota desagradável, subi os dois últimos degraus e destam

barulho, mas e

ausa da música alta

ada, esse era o problema, no momento eu não co

or que não esperar até que eu descess

para que esperasse. Acho que ele me e

do algo, mas não conseguia

como se tivesse

nas costas da amiga, lembro até que a minha vizinha antipática estava ajoelhada, provoc

as da amiga e depois em seu r

acabar ficando louco essa noit

até me lembro da conversa delas, estavam falando

ão respo

agora era ela quem passava

cauda, é aí que eu go

aixe

e, eu estava de

tentando não faz

hou para onde eu estava, fez isso com

eu que eu estava

era para que eu

enti um

é um

inha o me

que ela ia achar q

mito... eu

a ter nem 17 anos, para os meus 22 anos ela era uma

que eu descob

que o encanamento de água estava quebrado, que teríamo

mesmo pode

enlou

ao meu pai

or, mas é fácil trocar e você pode faze

e isso a

um homem tinha de saber como

a manter uma casa e n

rabalhar, posso pagar o prof

tas da vida e não custa nada aprender

ele à loja de ferragens, que ficava a quatro quadras de distância, e quando

inha ficado com

e temos e aprender a ser men

as pretensões eram válidas, pelo men

matéria e na rede de negócios do meu pai eu

a dia e me parecia que tudo o

ferragens, não conseguia acredita

do sobre valores e

uela época eu

s vizinhos, ele disse isso porque a Solange estava saindo da casa dele com a amiga e ela, uma co

arde,

esse senhor nã

é uma pirralha mal-educada... ela me deixou louco quando a vi quase nua e dançando sem

ritou e me

entar aquela mu

se ao

ara que você se recus

imentou voc

ai so

ais jovem

omem e ela é... e

ério, filho, cresça, por favor, você é praticamente um advogado e, como você diz

uporto a Solange e não vou cumprimentá-la, meu cum

inhas palavras, mas eu tamb

penso mais ou menos a mesma coisa... Não suporto a Sola

es, ela está muito melhor do que ante

jeito de ser e que a vida bateu na cara dela com relação à doença do Bruno e com relação ao nosso casamento, que praticame

que não era o pai do Bruno, mudou-se para ou

ha esposa novamente, ela achava que po

inda e estava ali, não precisava sair para procurar companhia, porém, meu d

pções era

ecisassem, minha mãe sempre o recebe muito bem, assim como a mim, poré

stá a S

nto transcendental, até me pareceu que el

porque ela está acompanhada, eu m

y como algo mais do que um amigo, se ela sente

somos vizinhos há 30 anos e somos a

olha para mim e apo

osta da Solange, es

educada, mas não se preocupe, se eu a tiver na minha

, abriu a boca e depois

se dá bem com

mos adolescentes, mas ele não tem nada a diz

passaram desde

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Meu vizinho meu tormento
Meu vizinho meu tormento
“Emanuel era vaidoso e até despótico em seu modo de ser, e o incomodava bastante o fato de sua vizinha não o cumprimentar e ser extremamente amigável com seu irmão. Até que se encontraram numa madrugada, em frente a uma boate, e acabaram fazendo sexo. No dia seguinte, ele a humilhou assim que a viu, porque estava acompanhado de sua futura esposa e evitou problemas. Solange sentiu como se seu mundo estivesse desabando; na noite anterior, ela havia lhe entregado sua virgindade e acreditava que eles tinham começado um relacionamento. As consequências vieram no mês seguinte, quando Solange atrasou a menstruação. Ela, com ódio de Emanuel, por causa das humilhações que sofreu, nunca confessou quem era o bebê. Seus pais tinham vergonha da gravidez da filha adolescente e a enviaram para a Itália para morar com uma tia que nunca pôde ter filhos. A vida de Solange mudou porque ela foi recebida com genuíno carinho. Anos depois, quando sua tia faleceu, ela se tornou dona de um império empresarial. Seus caminhos se cruzaram novamente quando tiveram negócios em comum. A vida de Emanuel, em nível pessoal, havia mudado. Ele descobriu que sua esposa o havia enganado, que aquele que ele acreditava ser seu filho não era, e que o interesse próprio da mulher ao seu lado era o que governava sua vida. No entanto, ele continuou tão arrogante como sempre. A atração que ele sentia por Solange era tão forte que se tornou uma obsessão, mas como ela não percebia isso, ele só planejava fazê-la passar por momentos difíceis, criando situações hilárias.”