3 - A Ilu
or Leonor
um som que, para mim, lembrava ossos sendo esmagados. Olhei pela janela, vendo
da guarita de segurança que passávamos eram apenas n
mostrar a garganta para o predador. Minhas unhas estavam cravadas na palma da mão, e meus olhos não estavam marejados, estavam injetados de uma fúria fr
disse, sem tirar os olhos da estrada. - Ela só abre com o comando do cons
arro parou diante da imensa mansão de pedra branca, dois homens armados com fuzis de assalto flanquearam a porta. Seg
A casa era um monumento ao ego dos De Luca, mármore, arte renascentis
itório do segundo andar - disse uma gove
caminho - res
a uma cela de isolamento. Mal a porta se fechou, eu comecei a agir.
detalhe. Vasculhei as gavetas à procura de qualquer coisa. Nada. Fui até a janela, mas era alta demais pa
jardim dos fundos, perto da garagem de serviço, talvez pudesse roubar uma das motos
i, centímetro a centímetro, ignorando o abismo sob meus pés. O medo existia, mas o ódio contra Leonardo era um co
cobertura. Eu conseguia ver o portão de serviço, estava quase lá. O meu sangue fervia de antecipação. Eu ia sum
quando uma luz cegante de um
, Leonora? A fe
copo de uísque, observando-me com uma calma que me deu náuseas. Ele não gritou, ele não chamou os
seguranças me cercar
eu salto atingiu a canela dele com força, e o homem rosnou, mas me
ou Leonardo, sua voz descendo
meu orgulho estava em frangalhos, mas eu não baixei a cabeça. Quando me jogaram no chão do esc
smo àquela hora. Ele parou a poucos centímetros, a
no meu cabelo. Eu tentei morder a mão dele, mas ele foi mais rápido, agarrando meu queixo com uma pressão que fez meus
nos dele. - E de novo e na próxima vez, eu não vou tentar fu
ombria, um som gutural
Ele me empurrou levemente para trás, fazendo-me bater contra a mesa de carvalho. - Você acha que é uma guerreira, Leonora? Olhe para v
o. Minha tia Sofia estava dormindo no seu sofá em Palermo, assistindo TV. Perto da
ômago revirar. - Se você tentar pular outra janela, se você tentar me tocar com essa sua agressividade fútil, o
ação ficou curta. Ele estava usando a ún
da pela raiva. - Use homens para lutar as sua
se inclinou, as mãos apoiadas na mesa, prendendo-me entre seus braços. - Você quer me e
a através do tecido fino da calça social dele. A tensão entre nós era um fio elétrico prestes a arrombar. Eu o odiava com cada fibra do meu ser, mas a pr
do per
tá vibrando sob o meu toque. - Ele aproximou o rosto do meu pescoço, aspirando o meu cheiro com uma fome pr
mente, deixando-me cam
na sua varanda. Você só sai quando eu permitir, você só come o que eu permitir. E você
lego e a dignidade. - Você pode ter o meu corpo, pode ter esse herde
on que eu via em Milão, mas com um bri
ola. Nos vemos no jantar e não se atrase.
. Ele me humilhou, me cercou e usou as pessoas que eu amo contra mim. Ele achava que tinha vencido
ir que, quando esse bebê nascesse, a única coisa que restaria do im
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