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Resistindo ao Meu Marido Mafioso Possessivo

Capítulo 2 Agradando os Convidados

Palavras: 1845    |    Lançado em: 03/02/2026

ia

nos de

arantir que todos os pagamentos pendentes sejam quitados." Migue

as cadeiras ou servir comida e bebidas aos convidados, que

um tipo de "amortecedor" para deixar os convidados menos i

zinha, e o Sr. Ramirez assentiu distraidamente enquanto seus olhos pa

s coxas. Maria me mandava usar o uniforme de empregada

el se animavam com entusiasmo ao contar que eu era uma prost

orque eu ainda ansiava pela atenção dos homens. Enquanto diziam tudo isso, eu abaixava a cabeça de vergonha

em que eu não t

meu peito, exibindo o decote que não era coberto por causa do corte extremamente baix

como se estivesse orgulhoso de que seus planos de "me prostituir" estivessem funcionando. Até agora, Maria e Miguel não

pela forma como o Sr. Ramirez me olhava agora, t

eu era uma das melhores da turma e levava meus estudos a sério. Quando me formei, achei que finalmente teria a

o eu a morrer no

sussurrou de forma conspir

stúpidos mais uma vez e assentiu

Sr. Ramirez ficaram escuros

que meu pai morreu, nunca mais saí de casa. Pedi permissão a Miguel inúmeras vezes, mas ele se

nunca sairia de casa porque eles não confiavam que e

uma mulher adulta como eu estivesse sendo tratada como uma escrava de

a conversa que meus ouvidos mal conseguiam captar. Pelo tom baixo das vozes, eu sabia que

franzir de testa quando Miguel lhe deu um leve tapa n

nuas e tentar agarrar minha bunda por baixo do vestido curto. Meu sangue gelou. Já estive nessa situação

ra deixar o convidado me apalpar e me assediar até ficar satisfeito. Às vezes, alguns deles me puxavam pa

m do meu lado. Nem mesmo o universo. Como se estivesse zombando das minhas preces silenciosas, o convidado,

r. Ele grunhiu quando eu caí em seu colo, depois começou a apalpar minha bu

eunião logo acabaria, e todos esses homens nojentos finalmente iriam embora. Esse era meu únic

falou alto, co

o que ela não era para brincade

empre que ele ria assim, significava que queria

iguel respondeu em voz baixa, com um tom mortal q

mas eu sabia que ele devia parecer um pouco assustado, porque, mesmo Miguel devend

na brincadeira. Ele sempre foi sério e intimidador

odos que não têm nenhum resquício de humanidade, apenas

us termos. Não estará mais em minhas mãos quando o estado da lei for envol

disse Miguel

sos se afastarem da sala de estar. O pervertido que ainda me assediava começou a re

mais rápido. Ele estava prestes a gozar. Fechei os olhos ainda mais e comec

inha mente, eu ainda ouvi o pervertido geme

suspiro quente e pesado e se

si mesmo, com a voz enc

ermanecer ali, mas o Sr. Ramirez

emos que i

nto ajeitava as calças. Depois de fechar o zíper, ele se levantou e me lançou um

Sr. Ramirez para fora, a casa ficou instantaneament

próxima açã

anas. Ele parecia estar de bom humor ultimamente,

o dinheiro era. Não saí de casa em dois anos e não tinha acesso a telefone

apo de fofoca para me apoiar. Mesmo depois de dois anos, Catherine ainda

sde que me tornei empregada dos gêmeos, tudo o que faço é trabalhar como uma escrava nas tarefas d

uel se apertavam em um franzir de testa irritado. O que o deixou tão furioso? Perguntei a

i?", Miguel falou em voz ba

", gaguejei,

redador com a pr

escapatóri

a de quase um metro e oitenta. Não vou negar que Miguel é um homem bonito. Com quase um metro

seu rosto bonito parecer o de um homem cansado de todas as dificuldades da vi

em um sorriso de desdém enquant

doce

uando ele me chama de gremlin, como costuma fazer. Isso também me lembrava

quanto eu esperava

s do jeito que esses visitantes sempre pedem seu corpo para aquecer sua

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Resistindo ao Meu Marido Mafioso Possessivo
Resistindo ao Meu Marido Mafioso Possessivo
“Aviso: Conteúdo 18+ para público adulto. Trecho do Livro: Donovan: Seus olhos verdes encantadores, que estavam vivos de paixão no dia em que eu disse que ela podia ir às compras, agora estão pálidos, com apenas o desespero dançando dentro deles. "Estou muito ciente dos meus deveres como sua esposa, Sr. Castellano." Meus olhos escurecem com o uso formal do meu nome. Já disse para ela parar com isso. Parece errado. Como se ela não me pertencesse. Cerrei o maxilar enquanto espero que ela termine a frase, mas seu sorriso frio se alarga. "Ah, você não gosta quando eu te chamo de Sr. Castellano, não é? Que pena. Você não pode forçar a minha boca a dizer o que você quer ouvir." O sangue corre para minha virilha enquanto suas palavras se acomodam no ar tenso entre nós. Será que ela percebe a gravidade do que acabou de dizer? Será que ela sabe que gemeu meu nome enquanto eu tinha sua boceta molhada na minha boca? Será que sabe o quanto ficou carente quando quis que eu a tomasse, mesmo sem estar totalmente acordada? E será que ela tem consciência de que eu sei o quanto ela me deseja em seus sonhos, enquanto na vida real finge me odiar? Ela me encara com raiva enquanto eu ferve, olhando para baixo, para ela. "É Donovan", digo sombriamente, resistindo à atração dos lábios dela e mantendo meu olhar em seus olhos. "Sr. Castellano", ela rebate. Meu rosto se aproxima, pronto para lhe dar um beijo punitivo, quando um som seco ecoa pelo quarto e então percebo, tarde demais, que acabei de levar um tapa, meu rosto virando para o lado, afastando-se de Eliana. Eliana me deu um tapa. A filha de Luis Santario acabou de me dar um tapa. Assim como o pai dela fizera muitas noites atrás. A vergonha me invade, mas logo é esmagada por uma raiva quente e violenta. Como ela ousa? Como essa vadia ousa?! A bochecha dela fica vermelha instantaneamente com as marcas dos meus dedos. O sangue escorre de seu nariz, e o cabelo, que estava preso em um coque bagunçado, se espalha ao redor de seu rosto. A cabeça de Eliana permanece baixa enquanto o sangue de seu nariz pinga sobre os lençóis brancos da cama. --- Eliana: Eu sei que estou assinando minha sentença de morte ao provocá-lo desse jeito, mas o que mais posso fazer quando ele já planejou me matar? Posso muito bem facilitar as coisas para ele, tirando-o do sério. Se eu não o afastar, tenho medo de começar a confundir as linhas entre meus sonhos e a realidade. O Donovan dos meus sonhos é drasticamente diferente do da vida real. Se meus planos para escapar desse casamento não derem certo, posso acabar morta ou, pior ainda, apaixonada por Donovan Castellano. E eu prefiro morrer agora a me apaixonar por ele e morrer depois. --- Anos atrás, Donovan Castellano passou por algo que o mudou irrevogavelmente para pior, e o pai de Eliana foi o culpado. Anos depois, o pai de Eliana morre. Eliana não conhece o passado sombrio do pai nem o motivo de Donovan Castellano tê-la comprado e depois se casado com ela. Mas ela sabe que ele quer sangue e pretende matá-la. Porém, por quanto tempo ela continuará se defendendo quando a forma como ele a toca e a beija em seus sonhos começa a confundir os limites entre realidade e ficção? Donovan conseguirá finalmente se vingar de Eliana pelo que o pai dela lhe fez? E Eliana conseguirá resistir às investidas de seu marido mafioso possessivo, mesmo quando ele diz que quer vê-la morta? Leia para descobrir.”