O Pacto de Casamento Falso da Herdeira Muda
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lo bairro nobre como um cort
do. Lá fora, a cidade era um borrão de aço e am
para os pr
ordas, a borracha branca amarelada pelo te
esconder seu bem mais valioso: um microgravador compra
fecção contra os tapetes de cou
amente, apenas uma fresta, o suficiente para
lha para uma mancha e
amente, selando-a. Aumentou o volume
tavam se aproximando dos portões
cou a prancheta, olhou para o carro, d
seg
dir que ela tinha permissão para entra
lcário. O motorista não saiu. Ele acio
, espessa e sufocante. Ela caminhou até a traseira, puxou
esde antes de Brisa nascer - e ser subsequent
o se c
ão so
ndicador apontando rigidame
viço. A porta pa
ombro. A fivela de metal
ou para
e olhou através dele. Seus olhos eram escuros, sem
meiro degrau. De
ele como se fosse um galho de
, para repreender, talvez p
ligeiramente. Travo
omunitários do sistema de adoção, um olhar que dizia qu
gelou. Su
pesadas portas d
o suficiente para esmagar um carro pequeno, pendia do teto
r à esquerda. Era o som de um
is não faziam barulho no mármore, mas su
rreu instan
dro vivo d
o, com uma xícara de chá a meio caminho dos lábios. A xícara
aram - um lampejo de reconhecimento, talvez até culpa -
a com uma mistura de horror e piedade, como se assistisse
a, uma linha vertical profunda surgindo entre as sobrancelhas, como
o havi
ado e caixas abertas. Usava um terno Chanel de tweed que custav
lhos, grandes e azuis, dispararam para Brisa. Houve um clarão de algo afiado -
a poltrona de espaldar alto
m topo de prata. Levantou-a
h
o seco sendo amassado. Ela escaneou Brisa do coque bagunça
o. Deixou o insulto passar por ela, notando como Aurora estre
em uma exibição teatral. - É verdade? Ela é... ela não
a mão acariciasse o cabelo de Gema de forma
ando na madeira de lei. Parou a trinta centímetros, invadindo
mas seus braços permaneceram rígidos.
Gema. O veneno em sua voz era tão p
, apenas uma polegada, e encarou
enas observou, dissecando o
passo para trás, sua confiança rachando
iu Cerne, quebrando a tensão
eceu ao la
or
ma estava entreaberta. Era uma caverna de sedas cor-
nte, mais abafado. O carpete acabou, s
treita no final do corredor
a pequena, voltada para a parede de tij
disse Prumo. - Atraso s
A fechad
a. Caminhou até a janela e olhou para baixo. Um jardineiro aparav
da cama estreita.
xou o pequeno gravador digital prateado. Seu polegar roçou
colocado no bolso antes de entrar na sala de estar, um refle
e limão, a embalagem estalando alto no q
mico atingiu sua lí
naquela casa que n