O Pacto de Casamento Falso da Herdeira Muda
heirava a amido e medo. Foi conduzido à sala matinal onde Gema já reinava,
arrulhou Aurora,
e ao papel de parede bege. O alfaia
outra? - pergu
u com a mão
Ela não precisa brilhar; só precisa estar ap
ro
as sua atenção se aguçou como o fio d
do de sua pilha. Entregou a Brisa um vestido cinza. Era sem fo
- ordeno
cido pinicava. Pendia de sua estrut
a r
rece que roubou o uni
cer menor, mais patética. Olhou para o
ala de dois andares cheia de livros que ninguém naquela família lia. Enco
pesadas portas de mogno n
ara dentro. - Desde o acidente. Ele está paralisado
isa de uma esposa para ele para garantir a liberação do fundo fiduciário. Eles não se impo
om ele? - perguntou Cerne. - Ouvi di
imprensa. Só tem que sobreviver um ano até a fusão estar compl
estante. Suas unhas cravaram nas
ndo vendida para cobri
ue saíssem. E
era uma criatura de hábitos. Havia escrito suas senhas em um post-it enfiado sob o mata-b
rocurou registros médicos. O se
s. Cerne Vance. Auro
fotos dos relatórios de
ia imp
s tinha a munição. Fez logout, limpou o reg
ntornou os controles parentais da famí
rolho (Juli
dos da
ão de Wa
e carro há
coluna. C
eixou um
violentos na pro
nuladas de paparazzi. Abrolho em uma cadeir
Deu zoom em uma foto tirada há três meses. Abr
tro para melho
s dedos estavam brancos
definição do tríceps era extrema. Mas foram as pernas que chamaram sua aten
em meses. Abrolho estava naquela cadeira há dois
oto. Não havia o brilho vidrado do alc
ados. Pr
tava f
eu em sua porta. Estend
ura falsa. - Vovó disse que você devia
ástico. Podia d
- sorriu Gema com escárnio. - Boa s
lhou no espelho e deu um so
or sua campanha de terror
s pérolas e as jogou na lata de lixo. Foi
isava ser encantadora. Precisava ser a
ser cúmp