a Ma
nco da manhã. Eu não tinha dormido. Na verdade, fazia dias que dormir tinha se tornado um
inha mãe no hospital. As despesas aumentando a cada dia. Medicamentos que não podiam ser inter
se
obrisse, ela seria mandada de volta para o Brasil imediatamente. Doente. Fraca. Sem
a aqui sem
a depois seria ain
o corpo dela como
os olhos ardendo. O silêncio do apartamento era cruel. Pequeno, aper
orta vieram sec
ação di
stando os pés pelo chã
o sí
orriu. Nu
no celular. - Vim avisar que a senhora tem até
i em
emoção -, terá que desocupar o apartam
e minha vida estava desmoronando? Que eu estava
mas algo - ou alguém -
le
o afundou
postura reta, olhar sério. Mas havia algo dife
lisa - ela d
, deixando o corredo
ido, sentindo vergonha queimar no rosto
rando no apartamento sem ser convidada
porta a
ia ter vindo a
passando a mão pelo cabelo. - E
mago se
necessidade. - Ela me encarou. - E
di. Apenas
para meus patrões - ela continuou.
deu um salto
perguntei. - Mas
tária pessoal. Cuido de tudo no ramo trabalhista. Co
areceu
a cois
nder. Isso foi o qu
al - repetiu. - De
orpo
.. entre qu
ecoaram na m
, incrédula. - Do qu
meçou a bater
ocê está me oferecendo para os seus
sse, incomodada. - Eu só
! - minha voz subiu.
ignorando meu tom. - Eles vão te pr
rato d
vo. Depois disso, pode se tornar algo
começou
ntrato de confidencialidade,
cabeça. - Não, Helen
imou. - Eles querem alguém sem envo
me cortara
continuou. - Muito be
u um objeto
- O tom dela endureceu.
arrumar out
O visto da sua mãe está para ven
as queimarem
não tem
perguntei, com a voz qu
na mudou. Endur
sem hesitar. - Sua dignidade
ndo
fala i
eção à porta. - Vou pagar seus aluguéi
ra falar, mas
ela pode voltar para casa. - Ela parou na
z uma
tará nas mãos
a se f
u pesado sobre
acas demais para me sustentar. Minhas mãos tremiam.
a estar acont
co
es
mãe adoecera, eu percebi algo ainda
estes a me p
-
x R
igo era, sem sombra d
has que não eram escolhas. Um ano. Apenas um ano em que dividiríamos tudo outra vez. Negócios, decisões...
novo s
apoiando o corpo na poltrona d
frente do corpo. Nunca demonstrava emoção quando falava de t
e. - Ela relutou. Ainda não acei
perguntou, girando o copo
ar. - Ela precisa do dinheiro mais
que se segu
icava piedade. - Espero que ela seja tão apegada à dignidade quanto
, observando a dança lenta
tinuou. - Pelo dinheiro do tratamento da mãe.
oncluiu, como se estivesse
de sair, mas parou
problema,
olhar ime
nue - o
meira vez desde que entrara
sa é
omo uma lâmina a
, claramente surpreso, ante
eress
no início - Helena disse, firme, e
o de soslaio. Ele a
isso é c
rei d
respondi. - Com toda
ssentiu,
zar - depois disso... você sab
em seco, m
inclinando-se para frente. - Os
bios era perigoso demais para s
cruel. Impulsivo. Capaz de ir longe demais apenas para testar lim
parte d
a ela - falei, encerra
na se retirou, fechan
ltou a tomar
serviu dois copos de whi
nha frente. - Uma virgem desesperada, um
esespero com fra
sorriu. - Toda necess
ios, sentindo o álco
rapasse limi
respeitamos limit
eles nos m
e
cê m
carei-o. -
to, já trabalhava. Eu não conhecia Elisa Martins, mas já sabia
pressionada
tre a vida
salvação... ao custo de
quebrar? - Cézar pergu
honestidade. - Mas sei qu
mulher
los nos joelhos. - Algumas apen
ecoou na m
a Ma
nado nada. Mas, de alguma forma, ela já estava
itir isso, até
eça começa a interf
e ser apena
iu. - Depois disso, ca
depois disso, Cézar. Você
nho, achei q
ver com a outra, esse um an
ris, esse ano aqui em Las
m! -
im dizia que nada al
ava esse tipo de
.
/0/18811/coverbig.jpg?v=abb3727bb52e78dbfdaf3f3f5553c682&imageMogr2/format/webp)