a Ma
uel esta
estavam
continuava
eu não
. Estava sentada no sofá desde que o sol se pôs, encarando o envelope sobre a mesa de
undo antes
aria isso co
linhas, o ar simplesmen
rabalho e con
. Minhas mãos tremiam enquanto meus olhos desciam pelas páginas, palavr
a
hão po
ue eu sequer con
ada... - murmur
o
. Jurídi
amente t
á tivesse aceitado. Como se minha vida já t
x R
ar
onhecia pessoalmente, mas Helena falava deles com um respeito quase teme
não aceitav
rou ao chegar às
alguma deve
a risada
sse tão si
a mãe. Nos tubos. Nos aparelhos. Na forma como ela
ilha... - ela disse. -
entindo as lágr
um j
mp
ação de Serviços
rta. Elisa Sa
: Alex Roux
ária: Hel
em uma linguagem jurídica que tentava, sem suces
os exclusivos, com duração de um ano, em regime
m irreais, quase ofensivos de tão generosos. Pagamentos mensais garantidos e uma quantia
eiro dedicado à confi
ria ser m
ria ser r
ia ser com
ra. Nem
nc
descritas em números que faziam o estômago revirar.
eríodo estipulado. Uma vez assinado, não poderia ser rompido por nenh
, com direito a apenas um dia livre por semana, destina
ue me fez parar de resp
a dedicada às res
proibido o envolvi
eg
ndên
ultrapassasse o que estava des
a deixav
o era sob
a se
sitalmente ambígua, mas suficientes para que eu entendesse exatamente o que estava s
to era ainda
etras destacadas, par
lara estar ciente de todas as cláusulas, a
assinatura
era
-
re o sofá. O nome de H
ueceu? - aten
Ela afirmou,
pra ler e uma vida i
o do ou
rieza habitual. - Eu não ofereceri
stá me v
u te dando uma escolha. Cruel, eu s
s olhos
ão homens co
per
erá ser quebrado. Nem
eu diss
a dem
into muito p
ais do que qu
contrato ainda aberto sobre a mesa. Como se estiv
nei naqu
bém não
-
ço e silêncio. Tudo ali gritava poder. Eu me sentia pequena atravessand
me es
de desistir - e
dá - r
ador privado. Cada andar parecia me a
ndar inteiro. Um escritório qu
estav
Postura calma. Olhar atento.
. O sorriso torto, o olhar que
x disse, levantando-s
com a voz firme apesar d
r so
sto
breve ao irmão antes
e-se,
fez algo estranho ac
nt
amente. A caneta repousava
Alex disse -, preciso
nhando lentamen
colha. Você está aqui porque quer sal
nclinou pa
dentro, não ex
i em
u me arr
ou atrás
ento não mud
dele que não era a
i a c
mãos
alma g
mplorava por
si
, Cézar bateu p
da, Elisa
sussurrou, próximo
á simples. - Senti seu hálito quente e ele con
ez desde que tudo
de atravessar uma
.
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