x R
rta se fechou com um clique seco, definitivo demais para algo tão simples. Fiquei observando o espaço vazio
riso torto nos lábios. Havia algo de predatório naquele gesto, algo
y ainda pairava no ar, misturado a algo novo... inquietação, talvez. Cézar não tirava os olhos de mim. Aque
primeira noite dela - disse, esfregando as mãos uma na outra, como se ant
to abriria uma discussão que não levaria a lugar algum. Meu irmão sempre foi assim: intenso, cru
rtável - digo finalmente, servindo mais uma dos
isada baixa, q
Ela assinou. Sabia exatame
r preparada - retruquei, encar
janela, observando a cidade de Las Vegas se es
sem me olhar. - Paris te
a te transformado em algué
Perigoso. Cézar virou o rosto deva
pondeu. - Nós somos Roux. Não salvamos nin
do, eu sabia que ele tinha razão. Nosso pai nos criou assim. Moldou-nos para não
ras - murmurei, mais pa
- Cézar rebateu. -
nas o som dos próprios passos e a certeza de que aquela decis
i soz
Caminhei até o bar novamente, mas dessa vez não servi bebida algu
a Ma
ha cabeça com uma in
har perdido em algum ponto invisível. Aquilo dizia muito. Pessoas desesperadas cos
eu não deveria ter. O corredor estava iluminado apenas pelas luzes
ar, parei dia
vez em muito t
por
r cons
a ma
entrelaçadas no colo, postura rígida. Ela ergueu o olhar quando me viu, e por um segundo no
ter medo - digo, qu
uma risad
exatamente a
porta atr
ei, mesmo sabendo que era
pondeu firm
eza me atin
que ela não se sentisse encurralada. Elisa respirava fund
ocê imagina - digo, sério. - Mas
rou por lon
o é um consolo..
resp
la primeira vez em anos, eu
sso
igoso demais
-
a Ma
o se meus pulmões não estivessem acostumados à liberdade - se é que aquilo podia ser chamado assim. Minhas pe
coisas - digo, a voz fal
diminuiu
para você. Roupas, sapatos, itens pessoais
corredor, o cor
ocê terá sua p
me acertaram
do que eu pretendia, misturada ao des
do, como quem já es
edi que sua primeira noite fosse o mais delicada possív
ica
om nada do que estava acontecendo. Não combinava com aquela casa, com aqueles ho
der. Não consegui chor
m comple
guém como eu. Tudo ali parecia caro, pensado, planejado. A cama
o para a porta do banheiro. - Tente s
l
fossem dois homens com nomes, rostos e olhare
fechou, me apoiei na pia, encarando meu reflexo no espelho. Eu
urmurei para mim mesm
s
arecia me lembrar do que estava prestes a acontecer. Lembrei da minha mã
preciso, ela di
vestido simples demais para o que aquela noite significava, mas íntimo de
asia agora - explicou.
sse algum tipo
definitivo, como se eu estivesse cruzando u
- Helena disse, an
a, me deixando sozinha com
e havia encontrado momentos antes. A diferença era que agora eu sabia. Sabia q
girou, meu corpo
de si. Ele parou a alguns passos de distânci
tremendo -
pondi, sem con
passando a mão pel
sado. - Ninguém vai te forçar a nada que você não suporte
r. Quis
no momento em que as
ele que eu não conseguia decifrar. Não era desejo
apontando para a cama. - Não pre
uase me
o o tecido do vestido. O silêncio se estendeu entre nó
rar - ele disse. - Mesmo que
olhar le
ê par
hesi
s olhos por um seg
sta do que eu esperava. E, es
fosse uma escolha consciente. Quando parou à minha frente, não m
ara mim
obe
não precisa te destruir - d
i em
am
o resp
s que aquela promess
s para alguém como ele. Meu corpo reagiu instintiva
ele disse. -
res
ue confi
precisava
a, Cézar aguardava. Como um pre
te, compreendi u
era apenas so
u conseguiria ir sem
se estava pront
.
/0/18811/coverbig.jpg?v=abb3727bb52e78dbfdaf3f3f5553c682&imageMogr2/format/webp)