icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Nosso pequeno cupido: o filho do magnata em meus braços

Capítulo 6 Reencontro

Palavras: 1635    |    Lançado em: 26/02/2026

to, levantou-se abruptamente, sua atenção fix

aram qualquer resquício de sur

as feições dele suavizadas pela preocupação, ela

deles. A criança tinha apenas três anos e sete meses, provando que a o

lison apertou com tanta força que os dedos dela fi

aguda do que qualquer ferida, especialme

mpo passasse, a dor con

za de Kyle e sua incapacidade de enfrentar a mãe. Nunca lhe passou pela cabeça que o hom

do que nunca: Kyle a abraçava com força, e a voz dele estava e

percebia o que esse pedi

calor do corpo dela e a deixando com a sensaçã

vacilou. Ela não estava bem desde que os novos vizinhos ocupara

intrometer, guardou seu

le por tê-la traído. Então, outra mulher entrou correndo no quar

seus saltos batendo no chão e a voz tingida de preo

jeitou o travesseiro da cr

nia leve. Eles vão mantê-lo em observa

todo o corpo dela se enrijeceu. O reconhecimento foi ins

r Haylee. Embora ela tivesse passado anos trabalhando no exterior, cada volta pa

e raiva, e ela quase desejou que alguém

s agora tudo o que ela sentia era humilhação, já que

virou e encontrou o olhar dela. Um lampejo de surpres

uma máscara de serenidade, chegando a esboçar um pequeno e educado sorr

pa, pânico e descrença estampada no rosto del

irritada com a atenção dispersa de Kyle, mas no mom

? Quando voltou?

a, pois sempre soubera que ele era fraco, inclinado a se curvar aos desejos da próp

manecia em silêncio, ma

lho, e as palavras dela saíra

silêncio, dando ao casal traidor

situação. Um ex-casal se reencontrando... não era de se

s, breve, mas firme. O leve calor atravessou a blusa de

esta mulher era responsável pelo filho dele ag

lho dele por tanto tempo de alguma forma pertencia ao seu escudo. Em sua visão, cuidar dela não er

lison fez sua voz soar leve: "Parece

sar o quarto e estapear-lhe o rosto, imaginando que talvez só

ra ele. Ele não merecia a rai

um ataque público só a faria parecer insignificante, ainda mais na frent

os se entreabriram na tentativa frustrada de formular

e, ao ver Allison por perto, ele segurou a

abaixando, ela tocou a testa do filho, aliviada ao encontrá-la

s ele sabia que ela não podia ter filhos. Então, seu olhar se desvi

ro homem, trouxe um pouco de alívio a Kyle. Para ele, desde que ela parecesse feli

a calma era o único caminho a segu

b controle, mas fingir que nada ha

a ajuda do soro, e como o hospital esta

guida, ela saiu, determinada a pegar algumas coisas no apartamento antigo d

nge por muito tempo, então ela pretendi

ista, ela chamou um táxi e foi sozinha para o ap

nada parecido com o que ela esperava de um lugar intocado. Uma

nte, ela começou a observar o lugar. A disposição dos móveis havia mudado, e pertences

eus pensamentos em estática e apertand

havia uma foto de Kyle, Haylee e o filho deles, todos sorrindo

a jogou no chão. O vidro se estilhaçou sobre

desapareceu, restando

a com outra? Por que fingir tristeza no divórcio? Como ele pôde ter a audácia de convidar a amante dele e o filho deles para

is patético agora. Ela não parava de se perg

ncontrava pela frente. Lágrimas quentes escorriam por seu rosto. Foi só quando ela t

cas, mas ela queria poupar Kyle. Afinal, nos últi

cama dissipou qualquer resquício de compaixã

a enxugou as lágrimas, jogou água no rost

Reclame seu bônus no App

Abrir
Nosso pequeno cupido: o filho do magnata em meus braços
Nosso pequeno cupido: o filho do magnata em meus braços
“Allison foi forçada a se divorciar porque não conseguia ter filhos. Seu coração se despedaçou e ela partiu para uma cidade pequena, na esperança de encontrar paz e curar suas feridas. Um dia, encontrou por acaso um bebê abandonado e decidiu criá-lo sozinha. Quatro anos se passaram num piscar de olhos. Certa manhã, uma fila de carros de luxo parou em frente à sua casa modesta. Um homem bem vestido saiu, segurando um cartão. "Aqui estão dois milhões. Aceite por ter criado meu filho." Allison puxou a criança para seus braços. "Ele é minha família. Não vou deixá-lo ir!" Com um sorriso malicioso, o homem respondeu: "Então, vocês dois vão voltar juntos para casa comigo."”