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As Cicatrizes Que Ela Escondeu do Mundo

Capítulo 2 2

Palavras: 738    |    Lançado em: 25/02/2026

se p

do a estrada deserta em um flash de luz branca e dura. O trovão segu

a água

do à sua estrutura esquelética como uma segunda pele. O frio não estava apenas na superfície; in

adas latejavam. Seu

plástico contra o estômago para manter o caderno seco. Aquele

lama marrom sobre as pernas dela. Alvorada se encol

mais escorre

direto para uma vala de dren

ac

nte, alto até me

as, e os guardas traziam dor. Em vez disso, ela mordeu o lábio até sentir

o já estava inchando, empurrando c

si mesma. Sua voz se perdeu

as dançaram em sua visão. Ela caiu de volta

a escuridão atrás dela. Faróis

or um momento único e brutal quando ela olhou para cima. Que seja

de. O ronco do motor era ba

um Rolls-Royce Phantom prata. Ela conheci

lou contra as cos

o Car

nítido, angular, esculpido em mármore e tão frio quanto. Afo

ha, tentando se esconder. Ela se

egava sem esforço sobre a tempestad

caridade dele. Não depois que ele ficou parado e

fosse um erro de agendamento no dia dele. "Não me faça manda

s vazias. Ele era um homem de negóci

as opções. Hipote

heu a sob

perna boa. Pulou em direção ao carro, rangendo os

do um grande guarda-chuva preto. El

ra longe da mão dele, quase caindo no

ista co

maçaneta e se puxou

a do banco de couro cor creme, tentando evitar que suas roupas enlameadas

ra a porta, o mais lon

s pernas cruzadas, um tablet no colo. Ele olhou para o tornozel

dela. Ele olhou para as covas de suas boch

guntou. Uma palavr

a borrada. Ela não respondeu. Apenas s

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As Cicatrizes Que Ela Escondeu do Mundo
As Cicatrizes Que Ela Escondeu do Mundo
“Três anos depois de ser arrastada pelos portões de ferro do "Campo de Correção Selvagem", Alvorada finalmente voltou para a mansão da família, mas não como filha. Ela voltou como um segredo sujo. Sua irmã perfeita, Pluma, a recebeu com um abraço falso e roupas de cashmere, a mesma irmã que havia plantado drogas no carro de Alvorada e assistido, chorando lágrimas de crocodilo, enquanto a polícia a levava. Para os pais e o irmão, Alvorada era apenas a viciada que envergonhou o nome da família, a "ovelha negra" que precisava ser consertada. No jantar de boas-vindas, cercada por cristais e hipocrisia, o irmão zombou, perguntando se ela havia aprendido a fazer cestas na reabilitação. Alvorada não gritou. Ela apenas levantou a manga do suéter velho que pendia em seu corpo esquelético. O que a família viu não foram marcas de agulhas de vício, mas um mapa de tortura: crateras roxas de cigarros apagados na pele, queloides de queimaduras químicas e cicatrizes de algemas nos pulsos. "Isso é o que eu aprendi", disse ela, a voz morta, exibindo a carne queimada. "Aprendi o cheiro da minha própria pele queimando quando me recusei a assinar confissões falsas." Enquanto a mãe derrubava o vinho em choque e o irmão gritava que era automutilação para chamar atenção, apenas Afonso, o noivo da irmã, reconheceu a verdade brutal: aquelas feridas nas costas eram impossíveis de serem autoinfligidas. Naquela noite, exilada no chalé dos fundos e tratada com nojo, Alvorada não chorou. Ela abriu a lombada falsa de seu único pertence, um caderno velho, e ativou um telefone via satélite proibido. "Estou dentro", digitou ela para o hacker que lhe devia a vida. A garota frágil morreu no campo; quem voltou para casa foi a caçadora, e o jogo estava apenas começando.”