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As Cicatrizes Que Ela Escondeu do Mundo

Capítulo 3 3

Palavras: 763    |    Lançado em: 25/02/2026

de lá fora. O único som era o ritmo dos limpadores de

e refrigerado entre os assentos.

tendeu p

ia forrada com lixa. Ela estava desidratada, t

" disse

ão se

linou-se e empurrou a garrafa na mão dela. As pon

se ele a tivesse queimado com um cigarro. A mão dela tremeu, e a garrafa

a mão de volta lentamente

im," ele declarou.

Suas mãos tremiam. "Não. Minhas mãos

e uma vez, mas forçou-se a dar goles pequenos e medidos.

lava pelos cotovelos, que costumava se pendurar no braço

servou Afonso, o tom neutro, son

ra ele, o olhar fixo na água balançando lá dentro. Deu um balanço de cabeça minús

resposta sarcástica. Era um vazio. Uma ausência de in

pouco quando ela bebeu. Havia uma marca ali. Um hematoma

amente para frente. "D

"A Pluma provavelmente está esperando por você. Você não deve

a estava desviando. E ela estava certa,

a de repente," ele disse,

e fechou os olhos. "Estou apenas c

velocidade. Eles estavam entr

se abriram. A casa principal surgiu à frente, um monstro de tijolos e vidro, resp

eslizou até par

. Através do vidro risc

Seu pai

oldurados pelo brilho quente da ent

rta de Alvorada. O ar

pirou fundo.

u pé ferido tocou o pavimento, o joelho ced

e e dado a volta mais rápido do que ela esper

guei," el

to. Ela o empurrou para lo

ou sob o ar

trás, as mãos levantadas em re

. Ela olhou para ele, os olhos arregalados com um tipo de pânico selv

reitou a

, a voz caindo para um sussur

arrastando o pé inchado. Afonso ficou na chuva, olha

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As Cicatrizes Que Ela Escondeu do Mundo
As Cicatrizes Que Ela Escondeu do Mundo
“Três anos depois de ser arrastada pelos portões de ferro do "Campo de Correção Selvagem", Alvorada finalmente voltou para a mansão da família, mas não como filha. Ela voltou como um segredo sujo. Sua irmã perfeita, Pluma, a recebeu com um abraço falso e roupas de cashmere, a mesma irmã que havia plantado drogas no carro de Alvorada e assistido, chorando lágrimas de crocodilo, enquanto a polícia a levava. Para os pais e o irmão, Alvorada era apenas a viciada que envergonhou o nome da família, a "ovelha negra" que precisava ser consertada. No jantar de boas-vindas, cercada por cristais e hipocrisia, o irmão zombou, perguntando se ela havia aprendido a fazer cestas na reabilitação. Alvorada não gritou. Ela apenas levantou a manga do suéter velho que pendia em seu corpo esquelético. O que a família viu não foram marcas de agulhas de vício, mas um mapa de tortura: crateras roxas de cigarros apagados na pele, queloides de queimaduras químicas e cicatrizes de algemas nos pulsos. "Isso é o que eu aprendi", disse ela, a voz morta, exibindo a carne queimada. "Aprendi o cheiro da minha própria pele queimando quando me recusei a assinar confissões falsas." Enquanto a mãe derrubava o vinho em choque e o irmão gritava que era automutilação para chamar atenção, apenas Afonso, o noivo da irmã, reconheceu a verdade brutal: aquelas feridas nas costas eram impossíveis de serem autoinfligidas. Naquela noite, exilada no chalé dos fundos e tratada com nojo, Alvorada não chorou. Ela abriu a lombada falsa de seu único pertence, um caderno velho, e ativou um telefone via satélite proibido. "Estou dentro", digitou ela para o hacker que lhe devia a vida. A garota frágil morreu no campo; quem voltou para casa foi a caçadora, e o jogo estava apenas começando.”