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As Cicatrizes Que Ela Escondeu do Mundo

Capítulo 5 5

Palavras: 699    |    Lançado em: 25/02/2026

aria. Em vez disso, virou à esquerda, descendo o co

ada p

undo andar," ela dis

e virou. "A... a Senhora disse que o segundo

Estava silencioso. Não havia lonas. Nenhum cheir

rada. "Não sou permit

levando Alvorada para a chuva novamente. Caminhar

arto do jardineiro antes de terceirizarem o pai

O ar lá dentro cheirava

a sussurrou, e então fugiu com

ada e

ra pessoa

uena e irregular. Usava óculos grossos e um t

ulher. "Sou Arca. O Corisco me

ra ela. Assistent

minha babá," co

e. "Estou aqui para ajudá-la a se

Colocou seu saco plásti

ão. "Posso desfaz

pido, tão agressivo, que Arca tropeçou p

rada. Sua voz era baixa, perigosa. "Se vo

u em seco.

a de roupas que tinha e marchou

o. Depois o chuveiro. O barulho e

abrindo-a. Escondidos dentro estavam vários componentes eletrônicos minúsculos e incompatíveis envoltos em plástico - resistores recuper

iro. O espelho. A ve

nte; não achava que ela fosse inte

molhadas. Elas caíram em

lhou no

as clavículas se projetavam como facas. Mas

omoplatas. Linhas brancas longas e finas nas coxas de onde ela

raço. Os sedativos que forçaram nela quando

o sentiu pena da garota no espelho. Sentiu uma r

o através da porta. "Precisa d

verificar se há marcas rec

a gritou sobre a água co

passos de A

comparada às mangueiras geladas do campo. Ela esfregou a pele até fica

eguia lavar

ado no gancho. Era de algodão áspero. Amarrou o

ca estava digit

é a cama e sentou-se

m, pensou. Ou...

Esta noite, só precisava

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As Cicatrizes Que Ela Escondeu do Mundo
As Cicatrizes Que Ela Escondeu do Mundo
“Três anos depois de ser arrastada pelos portões de ferro do "Campo de Correção Selvagem", Alvorada finalmente voltou para a mansão da família, mas não como filha. Ela voltou como um segredo sujo. Sua irmã perfeita, Pluma, a recebeu com um abraço falso e roupas de cashmere, a mesma irmã que havia plantado drogas no carro de Alvorada e assistido, chorando lágrimas de crocodilo, enquanto a polícia a levava. Para os pais e o irmão, Alvorada era apenas a viciada que envergonhou o nome da família, a "ovelha negra" que precisava ser consertada. No jantar de boas-vindas, cercada por cristais e hipocrisia, o irmão zombou, perguntando se ela havia aprendido a fazer cestas na reabilitação. Alvorada não gritou. Ela apenas levantou a manga do suéter velho que pendia em seu corpo esquelético. O que a família viu não foram marcas de agulhas de vício, mas um mapa de tortura: crateras roxas de cigarros apagados na pele, queloides de queimaduras químicas e cicatrizes de algemas nos pulsos. "Isso é o que eu aprendi", disse ela, a voz morta, exibindo a carne queimada. "Aprendi o cheiro da minha própria pele queimando quando me recusei a assinar confissões falsas." Enquanto a mãe derrubava o vinho em choque e o irmão gritava que era automutilação para chamar atenção, apenas Afonso, o noivo da irmã, reconheceu a verdade brutal: aquelas feridas nas costas eram impossíveis de serem autoinfligidas. Naquela noite, exilada no chalé dos fundos e tratada com nojo, Alvorada não chorou. Ela abriu a lombada falsa de seu único pertence, um caderno velho, e ativou um telefone via satélite proibido. "Estou dentro", digitou ela para o hacker que lhe devia a vida. A garota frágil morreu no campo; quem voltou para casa foi a caçadora, e o jogo estava apenas começando.”