- exigiu Kelly. - Eu não
urava o trânsito com facilidade treinada, a mão es
via sentido em lutar contra ele quando el
rro se esticou,
no porta-copos entre
zz
se il
dispararam para el
nsagem apareceu
tent
i tanto... o
lhar prendeu-se não apenas nas palavras, mas no número desconhecido abaixo da inicial. Uma sequência de dígitos, código d
Justino foi
nto foi tão rápido, tão brusco, que o SUV guinou levemente para o acostamento. As
one e o enfiou fund
dele. Ele olhava para
lly. Sua voz soou oca ao
se ele. - Nú
- disse Kelly. - E você não quase bate o
om mais força. Os nós d
m que estou trabalhando. El
ítima salva no seu tel
pidamente. Rápido demais. - Pa
entindo - sus
bruscamente
ão brinque de detetive
ve para saber quando meu ma
iu. A voz encheu o carro, alta e irritada. - É
a a irracional. A esposa bisbilhoteira que não en
o o transponder dele enviou o sinal. Subiram a entrada sinuosa até a grande ca
ma fortal
desceu atrás deles com um estrondo, bloque
O silêncio voltou, mai
lly. Sua expressão havia suavizado. A raiva se fora,
amos entrar. Comer alguma coisa. D
to e poderoso que um dia fora o mundo
cê - disse Kelly. - Não
ada. Precisava fugir do cheiro de
ançou-a na porta da área de
ell
, ainda no bol
iluminou com o nome d
Os olhos se
rou o botão
á fazendo? - Kel
o o barulho
e colocou o telefone m
se Kelly, percebendo a extensão do que
ar - disse ele, abrindo a
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