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Cicatrizes da Traição: A Herdeira que Tentaram Apagar

Capítulo 3 3

Palavras: 731    |    Lançado em: 25/02/2026

- exigiu Kelly. - Eu não

urava o trânsito com facilidade treinada, a mão es

via sentido em lutar contra ele quando el

rro se esticou,

no porta-copos entre

zz

se il

dispararam para el

nsagem apareceu

tent

i tanto... o

lhar prendeu-se não apenas nas palavras, mas no número desconhecido abaixo da inicial. Uma sequência de dígitos, código d

Justino foi

nto foi tão rápido, tão brusco, que o SUV guinou levemente para o acostamento. As

one e o enfiou fund

dele. Ele olhava para

lly. Sua voz soou oca ao

se ele. - Nú

- disse Kelly. - E você não quase bate o

om mais força. Os nós d

m que estou trabalhando. El

ítima salva no seu tel

pidamente. Rápido demais. - Pa

entindo - sus

bruscamente

ão brinque de detetive

ve para saber quando meu ma

iu. A voz encheu o carro, alta e irritada. - É

a a irracional. A esposa bisbilhoteira que não en

o o transponder dele enviou o sinal. Subiram a entrada sinuosa até a grande ca

ma fortal

desceu atrás deles com um estrondo, bloque

O silêncio voltou, mai

lly. Sua expressão havia suavizado. A raiva se fora,

amos entrar. Comer alguma coisa. D

to e poderoso que um dia fora o mundo

cê - disse Kelly. - Não

ada. Precisava fugir do cheiro de

ançou-a na porta da área de

ell

, ainda no bol

iluminou com o nome d

Os olhos se

rou o botão

á fazendo? - Kel

o o barulho

e colocou o telefone m

se Kelly, percebendo a extensão do que

ar - disse ele, abrindo a

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Cicatrizes da Traição: A Herdeira que Tentaram Apagar
Cicatrizes da Traição: A Herdeira que Tentaram Apagar
“Fugi de casa por três dias, esperando que meu marido percebesse. Mas Justino, um poderoso Capitão da polícia e Juiz, não me ligou uma única vez. Até que fui parada em uma blitz comandada por ele. Ele não pediu meus documentos para verificar a lei seca. Ele os confiscou, trancou-me em seu carro pessoal e me levou de volta para a nossa mansão fria, agindo não como marido, mas como um carcereiro. No caminho, o celular dele acendeu no painel. Uma mensagem de um contato salvo apenas como "A": *Dói tanto... onde você está?* Ele jurou que era uma testemunha protegida. Mas naquela mesma noite, o homem que me negou um filho por cinco anos tentou me engravidar à força, usando o sexo como uma algema para me distrair daquela mensagem. Trancada no quarto de hóspedes, investiguei e a verdade me destruiu. "A" não era uma vítima aleatória. Era Angele, a meia-irmã dele. Encontrei fotos onde ele a olhava com uma adoração doentia, segurando a mão dela em camas de hospital, priorizando a "frágil" irmã acima da minha própria vida. Eu era apenas o disfarce de normalidade para o incesto emocional deles. No dia seguinte, em um jantar de família, ele apertou minha cintura com força e anunciou sorrindo para todos: "Estamos tentando ter um bebê." O medo deu lugar a uma fúria gelada. Soltei meu braço do aperto dele, encarei-o diante da família inteira e disparei: "A Angele mandou lembranças, Justino? Ou ela só está checando para ter certeza de que você ainda pertence a ela?" A mesa silenciou. A guerra havia começado.”