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Cicatrizes da Traição: A Herdeira que Tentaram Apagar

Capítulo 4 4

Palavras: 737    |    Lançado em: 25/02/2026

s de limão e vazio. Estava perfeitamente limp

direto pela ilha, pela sala de

- perguntou Jus

es - disse Kelly s

infantil. Volte

a e pelo corredor até o quarto de

A casa era dele. E

viu o clique da fechadura ab

arecia exausto, mas havia um fogo em seus o

s, arrastando sua mala

stá fazendo? -

rio e começou a pegar punhados de roupas - coisas que deixara al

ugar nenhum. - Ele

lly tentou enfiar

s ombros de Kelly e a girou, empurrando-a at

purrando o peito dele. - Vai p

ome - ou da letra - acionou algo primiti

a be

olisão. A boca dele esmagou a dela, d

estavam em seu cabelo, segurando-a no lugar. Ela mor

profundou o beijo. As mãos dele deslizaram pelas costas dela

o de Kelly a traiu. A familiaridade do toque dele, o calo

eu-a, os braços fortes e seguro

ao colchão. Enterrou o rosto no pesc

osnou contra o ponto de pulsa

a das costelas. Era uma distração. Kelly sabia. Ele estava usando isso

lágrimas vazando pelos cantos

Apoiou-se nos cotovelos, olhando para ela.

bebê, Kelly -

ndo

lágrimas secaram

- ela s

lo dela. - Você quer um. Eu quero um. Vam

para beijá-

anos, ele dissera não. Ocupado dema

ra da porta? Agora, quando uma mulher misterio

Estava oferecendo uma algema. Estava jogand

gelada. O calor no corpo dela sumiu, s

comprar o silêncio

u, os lábios r

u o joelho

rrou no es

pulmões de uma vez. Ele rolou para

ás, para fora da cama, pu

voz tremia, mas não

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Cicatrizes da Traição: A Herdeira que Tentaram Apagar
Cicatrizes da Traição: A Herdeira que Tentaram Apagar
“Fugi de casa por três dias, esperando que meu marido percebesse. Mas Justino, um poderoso Capitão da polícia e Juiz, não me ligou uma única vez. Até que fui parada em uma blitz comandada por ele. Ele não pediu meus documentos para verificar a lei seca. Ele os confiscou, trancou-me em seu carro pessoal e me levou de volta para a nossa mansão fria, agindo não como marido, mas como um carcereiro. No caminho, o celular dele acendeu no painel. Uma mensagem de um contato salvo apenas como "A": *Dói tanto... onde você está?* Ele jurou que era uma testemunha protegida. Mas naquela mesma noite, o homem que me negou um filho por cinco anos tentou me engravidar à força, usando o sexo como uma algema para me distrair daquela mensagem. Trancada no quarto de hóspedes, investiguei e a verdade me destruiu. "A" não era uma vítima aleatória. Era Angele, a meia-irmã dele. Encontrei fotos onde ele a olhava com uma adoração doentia, segurando a mão dela em camas de hospital, priorizando a "frágil" irmã acima da minha própria vida. Eu era apenas o disfarce de normalidade para o incesto emocional deles. No dia seguinte, em um jantar de família, ele apertou minha cintura com força e anunciou sorrindo para todos: "Estamos tentando ter um bebê." O medo deu lugar a uma fúria gelada. Soltei meu braço do aperto dele, encarei-o diante da família inteira e disparei: "A Angele mandou lembranças, Justino? Ou ela só está checando para ter certeza de que você ainda pertence a ela?" A mesa silenciou. A guerra havia começado.”