m
nfortante: preparar o jantar, planejar o dia seguinte. Amanhã seria meu primeiro dia na faculdade, e eu não conseguia decidir se estava mais nervosa ou animada. A
da mais no buraco que cavava havia anos. Suspirei, largando a colher na pia, e me encostei no balcão. Quando chegou da rua mais cedo, ele estava largado no sofá,
casa. Ele era amável, forte, o tipo de pai que prometia o mundo. Mas, após a morte dela, o álcool e as cartas levaram tudo. O homem que restara era um estranho, um bêbado que apostava até o que não tinh
nder por quê. Corri até a janela da sala, afastando a cortina com dedos trêmulos, e lá estavam eles: tr
ncesse, o terno impecável contrastando com a desordem do nosso mundo em ruínas. Seus olhos escuros me encontraram imediatamente, e a cicatriz profunda que cortava o lado esquerdo de seu rosto, da sobrancelha à ma
sua proposta. Você me deve mais do que pode pagar, e sei que nunca conseguirá - nem para mim, nem para os meu
uejou, o ro
le. Olhei para ele, atônita, imaginando onde ele con
para meu pai. - Sei que conseguiu, mas a que preço? Não
. Mas ele apenas abaixou a cabeça, um covarde até o fim. A raiva queimou em meu peito, misturada ao medo que me consum
voz tremendo de ódio. - Disse que não sujaria as mãos.
podia ser raiva ou tristeza, mas que desapareceu rapidamente. A cicatriz em seu rosto p
e ele, baixo e cortante. - Isso é o
- Arrancar-me da minha vida para ser sua prisioneira é o m
o entre nós era sufocante, carregado de ódio e algo que eu me recusava a nomear. Então, ele fez um g
nte uma última vez, esperando que ele dissesse algo, que recuasse, mas
alavra contra ele, mas
de um dos carros. Meu pai não veio atrás de mim. Ninguém veio. O motor rugiu, e, enquanto a casa ficava para trás, jurei a
a, janelas escuras - um castelo para um rei cruel. Os capangas me levaram para dentro sem dizer uma palavra, deixando-me em uma sala enorme
moeda de troca. Mas eu provaria a Dante Morett
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