a
a queimando entre meus dedos, a fumaça subindo em espirais enquanto o peso do que eu havia feito se assentava. Não era culpa. Eu não sentia c
pedaço de carne para barganhar mais um dia de vida. Ele estava encolhido contra o sofá, o rosto pálido e suado, os olhos arregalados me encarando co
e uma raiva que eu mal continha. Ele obedeceu, cambalean
omeçou ele, a voz rouca, mas levant
atingiu como um soco, e senti o nojo subir pela garganta. - Eu sei do seu acordo com Salazar. Acha que não tenho olh
, como o de um animal acuado. Joguei o charuto no chão,
que entrega a própria filha para um monstro como Salazar não merece respirar o mesmo ar que ela
lorou ele, os olhos marejad
a comigo, mas você não merece nem isso. Agora escute bem: Emmaestá sob minha proteção. Ela é minha
fuso, como se n
ela é min
cios, não é? - retruquei, enojado só de pensar.
r para o chão, um
m ela? - perguntou,
gue o que sobrou da sua vida miserável e vá embora. Não volte nunca mais.
ajustando o casaco, e caminhei até a porta sem olhar para trás. O ar da noite me envolveu quand
mansão, os portões se abriram automaticamente, e o carro deslizou até a entrada principal. A casa estava quieta, as luzes suaves das
leve franzir na testa que indicava preocupação. Ela trabalhava para mim há anos, uma mulh
asaco e pendurando-o no cabid
e observando por um seg
u. Mas ela não está bem, Dante. Não parou de chorar desd
rancara da vida que conhecia, jogando-a em um mundo que ela odiava. Mas imaginar aqueles olhos castanhos ch
i, mais para mim mesmo do que pa
quele olhar que dizia que ela não a
espera, Dante, mas va
ura do que eu pretendia. - Pode i
minha causa. E, mesmo assim, eu não conseguia me arrepender. Ela estava segura comigo, longe de Salazar, longe daquele pai inútil. Mas, enquanto subia as escadas, o
/0/18943/coverbig.jpg?v=b57f42fe168b8577fe5c797c6f999f12&imageMogr2/format/webp)