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Onde O Sol Se Perde

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Capítulo 1 Em Lugar Nenhum

Palavras: 1155    |    Lançado em: 17/03/2026

mais além. Aqui, neste lugar, nada existe. Coletivo ou individual, físico ou incorpóreo, nada disso

tempo em que tudo se convergia e se dissipava rapidament

o, dentro desse vazio, em algum lugar com certeza havia algo, espreitando, esperando

azio estremeceu e pareceu encolher e dobrar em si mesmo. O es

inevitável tudo colapsasse apenas para se condensar em um único ponto brilhante, uma pequena luz branca que parecia sugar tod

estendeu a pequena lu

ua consciência retornou, os próprios pensamentos ainda além da compreensão, difíc

meçou

ronunciava. Mas já era tarde. Suas mãos se estendiam em direção àquela figura disforme e enevoa

a mente. Ela tentou se mover, porém a queda continuava. O frio penetrava cada vez mais profundamente e então um impacto roubou seu ar e ela lembrou que podia respirar. Seu cora

agarrava aos seus membros. A cada momento ficava mais difícil respirar. Era como se seu próprio corpo resistisse aos comandos e mãos lhe puxassem para cada vez mais longe. Arrastando-se des

irreconhecível lhe dizia para ir. Siga, não pare. Você tem que ir. Ela não ia parar. Não nesse luga

, acolhendo e lhe embalando em um murmúrio suave. Ao fechar os olhos e se deixar envolver pela luz, ela pensou mais uma vez naquela figura misteriosa e sem forma e percebeu, no último instante a

ou abrir os olhos. Seus cílios tremeluziam com o esforço e pequenas gotas de orvalho pendiam dos fios delicados. Ao abrir uma pequena fenda rapidamente os fechou dev

or um momento seus dedos ossudos e pálidos, e se pôs a estrela brilha

alhar de folhas. Com cautela desviou o olhar d

ando uma planície que se estendia até onde a vista conseguia alcançar, porém as águas estavam paradas, não havia corrente. Já às suas costas se erguia uma floresta espa

do rio, as raízes das árvores e cada lâmina de grama que cobr

além da própria respiração e do farfalhar das folhas em suas

avam ao vento onde estavam fincados no solo, metal retorcido ab

és se arrastando mal saíam do solo em cada passo. Desviando dos desconhecidos que deitavam sem a esperança de um dia abrirem os olhos novamente e

carando o que se presumia ser seu próprio rosto no la

er um traço de

zia ideia d

o se podia pôr em palavras. Ela havia deixado isso em algum lugar, só não se recordava ond

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Onde O Sol Se Perde
Onde O Sol Se Perde
“Em meio a uma guerra que já dura vinte e cinco anos, uma jovem desperta sozinha em um campo de batalha sem lembrar quem é, de onde veio ou como chegou ali. Ela veste as roupas de uma sacerdotisa, mas não parece saber o que isso significa. É Elías quem acaba assumindo a responsabilidade de levá-la até um templo, na esperança de que os registros dos sacerdotes possam revelar sua identidade e, talvez, conduzi-la de volta para casa. O que deveria ser apenas uma viagem até a próxima cidade acaba se transformando em uma longa jornada por um mundo marcado pela guerra, pela superstição e por coisas que nem sempre podem ser explicadas. Conforme os dias passam, os dois começam a aprender um sobre o outro. Ela, que parece estar descobrindo o mundo pela primeira vez, aprende aos poucos sobre as pessoas, seus costumes e seus sentimentos. Elías, inicialmente convencido de que só está cumprindo uma promessa, passa a se preocupar cada vez mais com aquela estranha companheira de viagem. Entre noites compartilhadas, pequenas conversas, silêncios e situações cotidianas, a relação entre eles vai mudando sem que nenhum dos dois saiba exatamente quando aconteceu. A jornada, então, deixa de ser apenas uma busca por seu passado. Torna-se também uma descoberta de quem ela é , e do vínculo que lentamente se forma entre duas pessoas que, em circunstâncias normais, talvez jamais tivessem se encontrado. Uma fantasia de mistério, descoberta e romance de construção lenta, em que o relacionamento dos protagonistas se desenvolve aos poucos, através da convivência, da confiança e dos pequenos momentos compartilhados, enquanto o passado da garota permanece como uma pergunta que os acompanha por toda a jornada.”