- Olhos Q
And
era quente, fam
como ele apertava meu pescoço como se eu fosse a sua única âncora em um ocean
m piscar de olhos. Uma voz cort
E de onde con
ecável que parecia caro demais para existir no mesmo planeta que eu. Cabelos loiros
nete, mas vê-lo de perto era diferente. Ele exalava um poder que sufocava. O nome dele estava gravado em cada placa
u fosse uma praga, uma ameaça
oltava. Não dizia nada. Apenas tremia levemente, o rosto enterrado no meu ombro, respi
e. O corredor inteiro parec
da. Quem
voz oscilando entre o profi
entrevista da vaga de limpeza noturna. Já estávamos f
na. Continuavam cravados em mim, analisando
esa que cortou o silêncio do corredor: "Meu Deus, o menino nunca deix
ca, sem entender o peso daquele abraço, até que a voz de Damien K
vibrando de uma autoridade que exigia uma explicação impossível. - Então, eu vou pergunta
le nunca falava, pelo que eu lembrava das notícias que li nos meses seguintes ao acidente. Mas ele esticou u
de segundo, a máscara de frieza dele vac
Solte-
s dedinhos cravando na minha blusa barata. Um som baixo
com uma firmeza inquestionável, arrancou o menino do meu colo. - Agora pegue a sua criança - el
oração errar a batida e a mãozinha da minha irmã ap
precisa desesperadamente do emprego. A irmã dela está doente, ela
rnas, os olhos arregalados de puro terror. Depois, o olhar a
regada de uma ameaça implícita. - Se você está usando a fragilidade dele para tentar algo n
ras saltaram da minha boca. -
nha direção, o corpinho se inclinando perigosamente para frente, lágrimas silenc
longe de mim com a palma da mão, um gesto que era gentil na forma,
mar a segurança,
o meu braço, me puxand
. Por favor,
meus pés. O pânico subia pela minha garganta como uma maré n
sussurrei, mas minhas palavras for
embora. O menino continuou esticando os bracinhos por cima do ombro do pai, os dedinhos abertos na
um muro de uniformes escuros ao meu r
senhorita. Sa
brasa prestes a se apagar. Caminhei para o elevador com as pernas moles, Marin
omeçaram a se fechar
avia parado no corredor. O olhar dele era puro gelo, sem raiva aparente, apenas uma indi
se debateu levemente, tentando alcançar o ar entre
fecharam. O e
céu continuava cinzento, o trânsito barulhento, a cidade indife
eta baixa no jardim em frente ao prédio, um espaço de verde artificial cercado por árvores magras. Sentei Ellie ali
inho, princesa.
pele da testa ardia sob meus dedos. O corpinho
El
a em chamas. Seus olhos se
El
que ela atingisse o chão. O peso dela era nada, m
o, por favo
ca, quebrada, morrendo no barulho dos carros. As pessoas passavam apressadas, os olho
não se
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