tileza das pessoas e, principalmente, a presença constante e reconfortante de Lucas, criaram um ambiente onde ela pôde, aos pou
as. Agora, eram confidências compartilhadas sob a luz suave do abajur, revelando medos que ela pensava ter enterrado e sonhos que ela ousava revisitar. Luc
os, "eu sempre soube que você era forte. Mas ver você passar por tudo iss
da pessoa que a conhecia desde sempre. "Eu não sei se é força, Lucas. Às vezes,
eus olhos. "É para isso que servem os amigos,
a um companheirismo adulto, baseado em respeito mútuo, apoio incondicional e uma admiração crescente. Daisy percebeu que Lu
iu um amor adormecido pela leitura de poesia. Ele a acompanhou em passeios pelo parque, onde ela redescobriu o prazer de simplesmente observar
grupo de crianças brincando no parque. "Essa nova fase não é apenas sobre o bebê que está a ca
a anterior, ela havia se perdido um pouco. Havia se tornado a namorada de Marcos, a futura mãe, mas havia
teleiras, para sentir o cheiro dos livros, para conversar com os clientes que, como ela, buscavam refúgio nas históri
inha querida," Dona Clara comentou um dia, enquanto Da
a seus dias difíceis, momentos em que a tristeza e a ansiedade voltavam com força. Mas agora, ela tinha ferrament
a cumplicidade que desenvolveram o deixou mais aberto e confiante. Ele se pegava sorrindo mais, compartilhando mais de se
me antigo. "Eu vim para cá fugindo de uma história que deu errado. Mas aqui, sin
a afeição. "E eu estou muito feliz por fazer parte
deixado por Marcos, mas sim ajudá-la a construir algo novo, algo próprio. Ela sabia que a maternidade seria um desafio imenso, mas
lar. E a amizade deles, antes um elo do passado, agora era a ponte para um futuro promissor. Daisy ainda não sabia exatamen
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