ontada de algo que poderia ser esperança, mas que ela ainda não ousava nomear. Aquele filho, tão esperado por ela e por Marco
urralada, presa entre a culpa e a necessidade de proteger a vida que crescia dentro dela. A decisão de deixar a c
ção, transformou-se em um fardo de incertezas. Ela passava a maior parte do tempo no quarto de hóspedes, q
de algo, e oferecia palavras de conforto sem ser invasivo. "Você não precisa passar por isso sozinha, Dais
vassalador e a ansiedade constante sobre o futuro. Ela se sentia fisicamente transformada, mas emocionalmente fragme
e se formava, começou a sugerir pequenas atividades. "Que tal uma caminhada leve n
s. As caminhadas pelo parque se tornaram um ritual. Ela observava as famílias, os casais, e sentia uma pontada de melancolia, m
, os medos sobre o desenvolvimento do bebê, e a esperança de que tudo corresse bem. Lucas ouvia atentamente, oferec
dia, enquanto sentavam em um banco sob uma árvore frondosa. "Ele me ensinou a ter paciência, a observar os
ento mútuo que ia além da amizade de infância. Daisy percebeu que Lucas não a via ape
com o apoio de Lucas. A cidade nova, com sua rotina calma, parecia contrastar com a tempestade que se forma
as gentis e acolhedoras, que não faziam perguntas invasivas, mas ofereciam um sorriso e uma conversa leve. D
uma das amigas de Lucas, chamada Sofia, durante um café. "Apen
e de seu antigo círculo social, ela poderia construir novas conexões, novas amizades. A gravidez, que ant
tezas pela frente, mas agora, com o apoio de Lucas e a promessa de um novo começo, ela sentia que poderia enfrentar o que viesse. A gravide
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